Capítulo XXXIII

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ELE
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— Pronto. — Jeno terminou de jogar terra na cova onde Johnny e Ten eram enterrados.

Não havia mais volta para eles, já que ambos tiveram suas almas devoradas. Sim, descobriram que na verdade Klaus também era um demônio e que aquilo acontecia com as pessoas que Mark matava porque ele devorava suas almas.

Secou o rosto, que estava molhado por conta das lágrimas, e se levantou do chão. Deixou o buque de rosas brancas na cova e suspirou.

Jaemin que estava ao seu lado apenas abaixou a cabeça e energizou todo aquele campo. Flores cresceriam ali para celebrar o amor de John e Ten.

— Vamos entrar, querido. — O bruxo chamou vendo o moreno concordar.

[...]

— Vocês estão prontos? — Comentou vendo os outros dois o olharem de forma estranha.

— Prontos para que? — Jeno questionou.

— Para trazer Mark de volta. — Cruzou os braços vendo o Na se encostar na parede.

— Você não aprendeu nada mesmo, não é? — Negou. — Não podemos ficar brincando com a morte, viu o que aconteceu.

— Sim! Mas Mark já esta aqui, e ele não pode voltar pior. — Coçou a cabeça de modo nervoso. — Ele esta esperando.

Jaemin suspirou desviando o olhar para as escadas do porão. Mark realmente estava esperando, ele estava bem ali.

— Ok. — Encarou Jeno que o olhou de forma desconfiada. Mal conseguiu deter Klaus, imagine Mark.

[...]

Donghyuck se ajoelhou na frente do corpo e levou o colar até o pescoço deste. Ele brilhou fortemente e quando se desfez encontrou o corpo curado e com cor. Mark respirou fundo e abriu os olhos, encontrando o rostinho do baixinho.

Antes que ele pudesse fazer qualquer coisa Donghyuck levou a mão até o colar e ameaçou tirá-lo.

— É você mesmo? — Manteve sua feição intimidadora.

— Claro que sou eu, seu traidorzinho de merda. — Riu. — Escolheu um demônio psicopata ao invés de mim, outro demônio só que não psicopata.

— Prove! Como você morreu? — Apertou mais o colar em mãos, ignorando o comentário.

— A maluca da Daia me deu uma flechada. — Respondeu de forma simples.

— Foi você que nos ajudou? — Questionou de forma mais suave.

— É claro, idiotas. — Encarou os outros dois que estavam mais afastados. — Ainda te avisei antes.

Ainda desconfiado, Haechan soltou o colar e deixou o maior se sentar na cama. Mark caçou a camiseta e a vestiu sentindo os olhos curiosos do menor sobre si.

— Eu levei um esporro do meu pai por sua causa, sabia? — Reclamou desviando o olhar para o rosto de Haechan, ali o menor encontrou aquele olhar que sempre era direcionado para si, aquele olhar que sentiu tanta falta.

𝔪𝔶 𝔭𝔢𝔯𝔰𝔬𝔫𝔞𝔩 𝔡𝔢𝔪𝔬𝔫 | 𝑀𝒜𝑅𝒦𝐻𝒴𝒰𝒞𝒦 Onde histórias criam vida. Descubra agora