EM REVISÃO | Versão Fanfiction | Livro 1 - Jikook; Investigação policial; +18
Em um dos pacatos bairros da cidade de Seul, um estranho assassinato acontece: Um garoto exemplar e amado por todos é encontrado morto na esquina de sua casa às altas hora...
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"A longa noite está seguindo você à medida que flui. O tempo segue você e desvanece." Love Is Not Over - BTS
— Esse ou aquele? — Taehyung perguntou, apontando com a cabeça.
Jimin franziu os lábios, não dava muita importância a aparência, mas odiava celulares lentos ou com pouca duração de bateria. Fitou os dois exemplares em preto e então a ficha de cada um disposta em frente a eles. Estavam dentro do orçamento e tinham boas qualificações.
— Esse — Jimin pegou o da direita, virando uma última vez para conferir as câmeras e a digital.
Taehyung assentiu e o dono da loja sorriu, contente, pegando o celular com delicadeza das mãos de Jimin e indagando se o loiro tinha certeza.
— Sim, vou levar esse — Jimin confirmou, tirando a carteira do bolso e a abrindo antes de entregar o cartão para o dono.
— Hwan! — o dono gritou para a porta das escadas, de onde logo um jovem adolescente saiu, usando capuz — Traga um desses aqui.
O garoto assentiu, pegando a caixa que o dono dispunha em mãos e voltando a passar pela porta, desaparecendo.
Jimin deu um passo para longe do balcão, avaliando a loja ao que fitava Taehyung. Era manhã de sexta-feira, o sol raiava do lado de fora da pequena loja perto da faculdade, a luz adentrando pela porta dupla aberta e iluminando o piso branco límpido, sem nenhuma mancha.
O dono adicionou o cartão a maquininha e a repousou sobre o balcão, perguntando a forma de pagamento. Jimin respondeu e o homem continuou a clicar na tela algumas vezes antes de girar a máquina de cartão, pedindo a senha. Jimin voltou para perto do balcão e a digitou, antes da compra ser aprovada.
— Um minuto — o dono pediu, sorrindo calmo — acho que meu filho não encontrou no meio de tantas caixas.
Jimin e Taehyung confirmaram ao que o mais velho passava pela porta, indo ao encontro do filho. Taehyung virou-se para trás, apoiando-se de costas no balcão ao que cruzava os braços. Fitou o chão, esfregando o tênis no chão brilhante de tão limpo.
— Quando você acha que ela vai ligar? — perguntou, a voz baixa, mas calma.
Jimin deu de ombros, apoiando as mãos no balcão ao que fitava o relógio. 7h04.
— Não sei... — respondeu, incerto ao dia em que a detetive ligaria para Taehyung — Mas acho que não demora muito. Alguns dias, talvez.
Taehyung assentiu, passando a língua pelos lábios volumosos antes de respirar fundo e avaliar os vários produtos expostos nas prateleiras. Fones, cabos, pendrives, entre muitas outras coisas.