EM REVISÃO | Versão Fanfiction | Livro 1 - Jikook; Investigação policial; +18
Em um dos pacatos bairros da cidade de Seul, um estranho assassinato acontece: Um garoto exemplar e amado por todos é encontrado morto na esquina de sua casa às altas hora...
"Se você abrir essa porta e entrar. Eu estarei lá, esperando por você. Tudo bem se você acreditar, isso vai te confortar, essa loja mágica"
Magic Shop - BTS
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#MortoEnterrado
A primeira coisa que Jimin notou foi a quantidade de estantes.
Cinco, espalhadas por todo o cômodo. De um metal cinzento e com aspecto estragado, quase como se estivesse podre.
Mika levantou o celular, iluminando o cômodo de não mais de dois metros ou até menos e o passando em um meio círculo a sua volta, a luz mostrando o que a escuridão escondia. O cheiro de mofo e pó queimavam seu nariz e a fizeram contorcê-lo algumas vezes antes de se acostumar.
- Uau - Mikaela murmurou ao fitar duas das estantes do seu lado esquerdo, cheias de pacotes contendo drogas, alguns menores com comprimidos e outros maiores com maconha e algumas outras que já havia visto muitas vezes. No entanto, sua mente estava inquieta, confusa e frustrada. Como nunca haviam visto aquele ponto no mapa? Como nunca havia desconfiado daquela região quando estava no comando da narcóticos? Não sabia. Realmente não lembrava-se nem de ter cogitado seguir naquela direção.
Jimin respirou pesado ao que levantava o celular e avaliava o ao redor, sentindo um cheiro forte de cigarro, café, maconha e mofo. Engoliu em seco, mentalizado o código que Senhor Min havia dado a eles enquanto fitava as estantes. A frase que Kurama Kou havia lhe dita passeava sobre sua mente como um fantasma, impedindo-o de seguir qualquer outra trila de pensamentos que não fosse os números e letras pertencentes ao código que lhes daria informações preciosas.
- Qual era o código, Jimin? - Taehyung parou em frente a outra estante e passou os olhos de cima a baixo sobre várias caixas, algumas grandes e outras pequenas empilhadas até tomarem conta de todo o espaço dentro das prateleiras. Jimin fez o mesmo antes de responder, e não encontrou nenhum número ou qualquer indicação para terem algum amparo ou base, mas não se importou realmente. Encontraria o que quer que fosse que devesse achar. Prometia a si mesmo naquele instante.
- Cinco, quatro, três, B, zero, três, cinco, nove - o loiro murmurou, assimilando o que dizia ao que passava a luz pelas caixas pela décima terceira vez antes de puxar o ar e piscar, murmurando o código mentalmemte mais vezes do que poderia contar nos dedos.
- Cinco... - Taehyung pensou alto, os olhos cerrados, olhando para cima.
Os instantes se passaram lentamemte, como se alguém estivesse dando a eles o tempo necessário para pensarem e encontrarem as filmagens. E foi quando Mikaela se afastou alguns passos da estante e moveu a luz até que esta englobasse o final desta e o começo do teto, que Jimin sentiu o relógio voltar a funcionar.
- No teto - murmurou - Estão enumeradas.
Taehyung e Jimin se afastaram, os três observando a luz do celular da Sanchez varrer os espaços possíveis de um a um até que o número cinco escrito em giz branco fosse achado.