A relação de recém casados, oque as pessoas geralmente não contam sobre o casamento, mas de uma forma dramatizada e crua, para os apaixonados por histórias envolventes e provocativas, que vez ou outra ultrapassara alguns limites, mas quais, será do...
Passa-se alguns dias estamos tentando lidar com a situação não tocando no assunto, pelo menos Pedro não toca. A verdade é que o sinto distante ele tenta sempre me agradar fazer oque deve ser feito só levando os meus sentimentos em consideração e deixando os dele de lado quando toco no assunto ele desconversa e me coloca no centro, e não me deixa cuidar dele também e isso está nos afastando sinto um bloqueio entre nós.
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Pedro e eu estamos na sala assistindo ele deitado em um sofá e eu na poltrona até isto está esquisito, costumávamos sempre dividir o sofá e hoje ele não me chamou para deitar ali mais ele. Não sei, as vezes acho que estou exagerando um pouco e criando paranóias. Pedro senta-se e começa a falar:
Diálogo:
—Terei que viajar ainda hoje não sei quando volto, mas acho que é coisa de 2 dias ou menos—Afirma.
—Sério amor?—(...) Tão de repente—Espanto.
—Não foi de repente!—Eu apenas fiquei adiando, mas...—Hesita—Clara se você não quiser que eu vá eu fico—E mando outra pessoa no lugar—Retruca.
Eu apenas ouvi a parte "Clara" em alto e bom som, rara são as vezes que ouço meu nome na boca de Pedro e sempre é quando estamos discutindo.
—Está me chamando de Clara por que?—(...) Fiz algo?—Pergunto.
—Não amor!—O que você tá dizendo?—Confuso.
—Não sei! parece que as vezes—(...)—Silêncio.
—O que amor?—Retruca
—Esta me punindo por algo (...)—Você me deixa confusa as vezes!—Defensiva.
—O que amor?—Confuso Pedroretruca—Punindo?—Falei Clara sem perceber!—Calma!—Assusta-se.
Fico um pouco atordoado, mas Pedro me acalma novamente e relevo, estou um pouco instável sinto que estou pisando em ovos que dizer ambos.
—Desculpa!—É que achei...— Achei que tivesse feito algo—Não sei...—E sem perceber—Ter lhe chateado!—Afirmo.
—Não amor—Você não fez nada—Afirma Pedro.
Eu fico em silêncio e olho para o nada Pedro se aproxima da poltrona e puxa meu rosto na sua direção e o acariciando me acalma.