A relação de recém casados, oque as pessoas geralmente não contam sobre o casamento, mas de uma forma dramatizada e crua, para os apaixonados por histórias envolventes e provocativas, que vez ou outra ultrapassara alguns limites, mas quais, será do...
Chegamos em casa e Ricardo se ofereceu para ajudar com Pedro, pois ele é muito pesado. Pedro pediu para que eu não o ajudasse ele esta um pouco seco e estranho comigo. Mas, tento ignorar estou sentindo-me tão culpada, talvez se não estivesse saído ele não estaria nesta situação agora, o sabe-se lá o que teria acontecido não gosto nem de imaginar tento apenas agradecer por não ter sido algo mais grave.
Ricardo coloca Pedro na cama, ouço eles despedirem-se e Ricardo dizer que vira visitá-ló e que ele não se preocupasse com o trabalho que ele o cobriria.
Quando Ricardo sai estou na cozinha.
—Clara se você precisar de qualquer ajuda com o Pedro me chame—O meu número está no celular dele—Qualquer coisa é só chamar que eu venho.
—Muito obrigada mesmo Ricardo— Se eu precisar eu lhe chamo—Acho que ele sente-se mais avontade com você para ajuda-ló—Você víu—Meio chateada falo.
Falo em um tom triste por ele não ter pedido a minha ajuda.
—Não fique chateada—Ele só estar assim por conta dos remédios—Tudo vai ficar bem—Estou aqui para o que vocês precisarem—Vou indo tenho que resolver umas coisas.
Quando Ricardo vai embora, vou ao quarto e Pedro esta dormindo, sem ao menos ter tomado um banho devia estar muito dopado. Essa perna vai lhe dar tanto trabalho por ele ser uma pessoa ativa gostar de esportes caminhar ele terá muita dificuldade para adaptar-se. Hoje irei dormi na sala ele já deve estar tão desconfortável. Retiro sua roupa devagar para colocar para lavar e o enrolo deixando-o apenas de blusa e calção e vou tomar um banho visto-me e tento fazer o mínimo de barulho. Fecho as luzes do quarto e a porta e o deixo dormindo enquanto vou para o sofá assistir alguma coisa.
4:24 da madrugada
Adormeci no sofá e sinto alguém tocar devagar em meu cabelo então acordo assustada e vejo Pedro que estava em pé forçando sua perna ele faz-me um pedido impossível de recusar.
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—Venha deitar no quarto—Eu não gosto quando dormimos separados—Venha—Ele pedi.
—Vou amor claro—Não queria lhe incomodar sei o quanto deve estar desconfortável—Você é um homem grande—Sorrio.
Levanto-me do sofá ainda hesitante em ir, pois não quero magoar sua perna e Pedro ocupa muito espaço, mas isto não é incomodo porque gosto de dormi perto demais dele. E agora com a perna assim ele precisa de bem mais espaço, estou pensando no seu conforto, mas não adianta ele quer que eu dorma com ele, então ele diz:
—Um pouco, mas se você não estiver deitada comigo vai ficar ainda mais— Eu vim até aqui só porque senti sua falta—Sentindo dor mais vim—Meio sentido—Retruca.
Fico com uma dó dele o seu rosto esta tão vermelho imagino que deva estar com muita dor, mas ele tenta aguentar firme.
—E vai caber nois dois?—Porque agora você com a perna assim—Vai precisar de espaço amor—Explico.
—Cabe—Mas só se você dormi bem perto de mim—Melancólico.
Ele olha-me e tocando no meu ponto fraco que é dormi coladinho dele amo sentir sua respiração o calor do seu corpo próximo ao meu, e seu olhar e sua insistência desmontam-me.
—Então tudo bem—Apóia-se em mim para você não força tanto sua perna—Aff! amor você é muito pesado coitada de mim.
Pedro apoia-se rindo da nossa situação e chegando no quarto ele deita-se na cama e deito-me ao seu lado, mas não tão próxima apenas perto não sei se estamos bem para dormi abraçados o coisa do tipo, eu não sei se ele está com raiva de algo resolvo não forçar.
—Por que esta longe assim?—Pedro pergunta.
—Não estou..—Que dizer—Não achei que quisesse dormi abraçado comigo—Eu não sei Pedro.
Pedro pega em minha mão e diz:
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—Me abraça por favor—Toca em mim—Ele pedi.
—Não faz assim Pedro sinto-me uma mejera—Retruco.
—Por favor..—Ele responde.
Não penso nem duas vezes mais eu aproximo-me deito sobre seu peito ele abraça-me forte acariciando meu braço e rapidamente adormeci.
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