Marinette sempre foi uma menina caseira. Nunca gostou de festas, sociais ou de sair de casa noitada a fora, mas naquela noite estava determinada a curtir o máximo que pudesse junto com as suas amigas.
O que ela não esperava era que um certo loiro d...
Voltei com mais um cap para vocês odiarem -amarem- o Adrien
Eu adoro quando vocês demonstram esse doce amor de vocês
Sem mais delongas
'Bora 'pro cap <3
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Adrien sabia que algo estava errado ao acordar naquele belíssimo dia. Primeiramente acordou com uma ressaca infernal, já que havia bebido mais que o costume e o bom senso lhe permitia. Segundamente ficara preso no trânsito infernal de Paris, todos aqueles carros, ônibus e vans levando pessoas para lá e para cá, e o pior não havia sido isso, ele passara por umas cinco ou seis mulheres grávidas e com bebês de colo. E por fim, mas não menos importante, terceiramente, sua mãe iria passar na empresa hoje. Emilie não era uma mulher que ligava muito a Agreste's Enterprise já que era uma atriz e diretora renomada, mas de vez em sempre ela passava lá e seu humor nunca estava dos melhores, por isso restava Gabriel acalma-la.
O loiro estacionou em sua vaga exclusiva e saiu, recebendo milhares de bom dia das funcionárias de seu pai. Algumas ele realmente queria descobrir se eram tão boas como elas faziam parecer, mas Gabriel impôs uma única regra: Não dormir com nenhuma funcionária do império Agreste. Segundo o Agreste mais velho, isso atrapalhava os negócios e gerava brigas e desentendimentos, além do fato de causar desemprego.
Mal sabia o próprio que o precioso filhinho havia quebrado a sua regra número um.
Apertou o botão do elevador e dirigiu-se para o andar da presidência, que era onde sua sala ficava. Ao sair, esbarrou com uma pilha de tecidos que, após estarem estatelados no chão juntamente com ele, percebeu ser Marinette Dupain-Cheng.
— Bom dia, senhorita Dupain-Cheng. -Suspirou.
— Senhor Agreste, mil perdões. -A menina respondeu rapidamente enquanto pegava os tecidos caídos.
Okay, algo estava errado. Desde quando Marinette iria lhe pedir desculpas com tanta tranquilidade? E desde que horas aquela garota estava ali?
— Estamos em um mundo paralelo? -Adrien perguntou.
A franco-chinesa, após pegar todos os tecidos que estavam no chão, olhou para o loiro com as sobrancelhas franzidas.
— Por que estaríamos? -Perguntou a garota.
— Você me pediu desculpas. Isso não aconteceria se estivéssemos em um mundo real.
Marinette revirou os olhos.
— Desculpe, senhor Agreste, mas não estou com tempo para discutir ou falar com o senhor agora. Tenho que levar esses tecidos para o seu pai. -Falou e começou a sair.