Eu sei, eu sei. Que demora, não é?
Mas voltamos a programação normal.
O capítulo tá pronto a séculos, faltava só revisar. Mas ele tava guardadinho no bloco de notas.
Espero que gostem bastante do capítulo, pq ele é enorme e deu um mega trabalho 😌😌
Boa leitura
-Lumus...
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P.O.V'S NARRAÇÃO
A jovem moça caminhava pelas ruas do vilarejo movimentado. Todos pareciam particularmente agitados naquele dia, quase eufóricos.
Era possível ouvir pessoas comentando coisas como: "Ele logo passará por aqui. Se apresse com isso!".
A ruiva não entendeu muito bem do que ou de quem eles se referiam, então, para não passar por curiosa, decidiu ignorar toda a afobação e seguiu seu caminho, indo até a pequena feira da cidade.
No meio de seu trajeto ela teve que parar seu andar, impedida por um mar de pessoas congestionando a rua. Aquele aglomerado de gente entoava elogios à alguém que ali passava, e a mulher só pôde pensar em quem seria essa pessoa, que merecia tanto afeto, logo tão cedo pela manhã.
Rapido, ela se rendeu a seu mal mais incorrigível, sua curiosidade. Andou, espremida, entre a multidão acalorada, com um esforço que ela pensou se era realmente necessário. Aquelas pessoas faziam alardes por coisas mínimas, como a vez em que exaltaram um senhor viajante, que se dizia mago, capaz de transformar o que quisesse em ouro, e que deu muitos golpes nos camponeses da região. Aquilo fez com que o ódio dos locais por bruxas, e qualquer tipo de magia, aumentasse. Mas ela não podia culpa-los por caírem em tal fraude. Afinal, o que trouxas podem saber de magia?
Porém, desta vez, não parecia ser uma comoção exagerada, porque ao chegar na fileira da frente, ela o viu.
O belo homem, vestido em seus trajes reais, com seus olhos contendo um brilho doce para cada um de seus servos fiéis, com o sorriso escondido pela espessa barba e cabelos que lhe caíam sobre os ombros. As grandes mãos, que acenavam para os camponeses, e até eram oferecidas em um breve comprimento de aperto. Não era apenas ela que havia notado a beleza dele, várias mulheres, de todas as idades possíveis, suspiravam pela imponência do homem. Posto, bem no meio de praça pública, estava o rei.
Ela estava tão perdida em suas teorias sobre o porquê da alteza máxima do reino estar ali, que não foi capaz de notar os olhos do mesmo sobre si, logo, não percebeu quando ele se aproximou.
—A senhorita parece reflexiva. – Disse, mas não antes de curvar levemente sua cabeça, em um comprimento cavalheiro.
—Desculpe-me, meu senhor. Eu estava apenas pensando em coisas bobas. – Ela abaixou seus olhos, em respeito, como sua mãe a ensinou, olhando para um botão na vestimenta do homem, se recusando a ser desrespeitosa ao encarar seus olhos. – Peço perdão por não o recepcionar tão amigavelmente, como os outros.
Todos a volta pareciam assistir a cena, como se fosse o mais novo entretenimento do vilarejo. Alguns até mesmo esperavam que a moça fosse punida.
-Eu não sou seu senhor, senhorita. Não sou senhor de ninguém. - Falou, com a voz rouca e trovejante, repleta de doçura. - Sou apenas um rei com obrigação de cuidar de meu povo.
Aquilo fez com que a mulher arregalasse os olhos e finalmente olhasse para o rosto do rei. Ela nunca tinha visto ele de perto, o avistou uma única vez, quando a comitiva do mesmo passava em direção à floresta, com provável objetivo de caçar. Mas agora, que ela teve a oportunidade de catalogar o homem, ela não perdeu a chance.
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Uma Brasileira em Hogwarts
FanfictionEla estudava magia em casa, lidando com uma superproteção desmedida. Um acordo mudaria isso. Antôniella, de certa forma, era estudante de Hogwarts. Lá ela pode acabar unindo casas ou as afastando de vez. Ela pode terminar se aproximando demais de u...
