SE DEIXANDO LEVAR

759 55 40
                                        

Eiii! Voltei! O capítulo demorou um pouco mais que os outros, mas , inteirinho e o mais revisado que consegui. Espero muito que gostem, era um capítulo que eu tava ansiosa pra escrever.
Boa leitura!
-Lumus...
.
.
.
.
.

P.O.V'S ANTÔNIELLA ARAÚJO

-Tal coisa não existe, Castiel. Você está insano. - Minha voz acaba soando com uma mistura de indignação e zombaria.

-Eu não estou... - Então ele parou por um segundo, como se notasse algo. - Isso foi apenas uma expressão de intensidade, não é?

Acabo sorrindo com esse comentário.

-Sim, Cas, é apenas modo de falar. - Respondo. - Vejo que você está aprendendo bem.

-Eu e Sam estamos ensinando bastante coisa para ele. - Dean fala, sua voz repleta de um orgulho carinhoso.

-Mas voltando ao assunto. - Falou a voz calorosa de Sam, profissional e metódica. - Cas estava falando dos Guardiões. Pelo o que eu encontrei aqui, eles são espíritos destinados a alguém. Como o nome já diz, eles guardam essas pessoas, mostram caminhos, ou apenas acompanham. - Ele soava como se estivesse lendo algo.

-Sim, isso também. - Castiel voltou a falar. - Os guardiões são espíritos que são destinados a pessoas em específico. Mas você me falou que foram dois, certo? Nunca ouvi falar de alguém que tenha dois guardiões.

-Eu vi uma mulher no meio da madrugada, mas não vi o outro. Severo quem viu ele. - Digo, olhando para o mestre de poções a minha frente, atento a cada coisa que era dita naquela ligação.

-Severo? Quem diabos é Severo? - Dean questiona.

-Meu professor de poções. Ele está aqui comigo. - Informo.

-Seu professor? Na minha época, nós chamavamos professores de "senhor". Que intimidade. - Dean comenta, com alguma coisa em sua voz que não pude distinguir.

Snape se aproximou de mim, com as mãos em seus bolsos, nas vestes de professor, e uma postura tão relaxada quanto arrogante.

-Antôniella tem meu aval para tal intimidade, mas acho que esse não é o assunto principal. - Falou perto do celular em minha mão, e eu acabei tendo que reprimir um sorriso, que provavelmente seria muito bobo para uma situação como aquela. - Como matamos esses tais "Guardiões"?

-Olha só, Dean. Encontramos alguém com a voz mais grave que a sua e de Castiel. Que surpresa! - Sam brincava, provocando o irmão.

Meus olhos giraram em suas órbitas, não acreditando que eles começariam algo assim em uma situação dessas.

-Por que vocês iriam querer matar eles? Guardiões não são capazes de fazer mal algum, ao contrário. Eles estão aí para guiar e iluminar a vida de seus protegidos, cumprir suas missões. - Castiel parecia confuso com nossa linha de raciocínio. Eu até podia visualizar sua cabeça inclinada para o lado, sua marca registrada, e suas sobrancelhas franzidas em completa confusão.

-Então eles não são um perigo? - Pergunto, só para confirmar.

-Castiel está certo. Eles são espíritos com objetivos, não vão fazer nada. - Sam quem respondeu dessa vez. - Mas se você ainda estiver paranóica, pode chama-los.

-Chama-los? Como que para conversar? - Eu estava surpresa com a sugestão.

-Sim. Se você for a protegida deles, tem a total liberdade de fazer isso. - Sam concluiu. - Mas já que seu professor quem viu o outro, acho que um deles pode ser o Guardião dele.

Uma Brasileira em HogwartsHistórias para pegar e não largar. Descubra agora