Prologo

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Ola pessoal !
Espero que gostem da fic .
É minha primeira fic, espero que gostem .
Boa leitura.
-Lumus ...
.
.
Obvio que não seria fácil convencer ela.
Boba fui eu que ainda tinha esperanças de ir para Hogwarts.

Como era possível uma coisa do tipo? Uma criança bruxa de 11 anos, que era proibida pelos próprios pais de estudar o que se deve estudar?

Chegava a ser engraçado se não fosse trágico. Amigos meus ficariam felizes com essa situação. Mas eu não.
Só o pensamento de poder estar naquela escola já me abria um sorriso no rosto.

Tudo bem que a distância do Brasil, Rio de Janeiro, para Hogwarts era grande, mas por Morgana! Nós somos bruxos! Corujas, pó de flu, chave de portal! Droga! Que fossem até de avião se quisessem me ver. Era uma injustiça me privar de tal felicidade quando eles mesmos já a viveram na pele.

Era sempre: "Antôniella minha filha. Você vai para o Castelo Bruxo. É mais seguro e mais perto de nós."
Não que o Castelo Bruxo não fosse uma boa escola. Era um lugar maravilhoso. Eu vi de perto. Meus pais me levaram lá a um ano atrás, na esperança vã de me convencer a tirar Hogwarts da minha cabeça. Era realmente incrível.
Mas algo dentro de mim pedia, gritava, pra ir para Hogwarts.

Se eu acreditasse em destino diria que esse era o meu.
No meu aniversário, em abril, dessa vez quando eu assoprei as velas, na frente daquele monte de gente, eu pedi que alguma entidade divina convencesse e acalmasse o coração dos meus pais.

O certo seria minha carta chegar hoje, uma semana antes de 1 de setembro. E mesmo sabendo que não poderia ir, o prazer de ver meu nome naquela carta me fazia ficar ansiosa. Eu olhava a cada cinco minutos pela janela, para ver se alguma coruja se aproximava da casa.

A campainha tocou, me tirando dos pensamentos. Minha mãe, Estrela, atendeu a porta.
Eu não estava preparada para ver o que eu iria ver. Do outro lado da porta estava um homem com cabelos grandes e brancos, com uma barba maior ainda, suas vestes de um azul claro brilhante, chamaria bastante atenção em um bairro trouxa como esse. Eram roupas de bruxo. A aparência dele o fazia parecer um sábio. Alvo Dumbledore, em toda sua glória e extravagância.

-Olá, Sra. Araújo – Disse de modo formal.

-Dumbledore ?! O que faz aqui?

-É bom ter ver também, Estrela – Disse ele, sorrindo

-Desculpe, é que foi meio inesperado. Quando vem nos ver geralmente avisa, e faz meses que não nos falamos.- Ela riu, um pouco sem graça - Entre, e fique a vontade.

-Obrigado. Com licença – Entrou, olhando em volta e se acomodando no sofá.

-Então... O que o traz aqui?

-Vim trazer isso pessoalmente. – Ele tirou de um bolso uma carta, que reconheci ser de Hogwarts. – E também vim à convencer, para que deixe Antôniella ir para Hogwarts.

-Dumbledore... Você sabe que não é seguro, ela vai ficar tão longe de mim.

-Bom, eu não concordo com essa decisão. Já conversamos sobre isso ano passado, mas você é a mãe dela, isso é uma decisão sua. Como já suspeitava que você não mudaria de ideia, tenho outra proposta.

-Qual?

-O que você acha de Antôniella estudar em casa? Eu geralmente não faço isso, mas você sempre foi muito querida, e era a melhor aluna que Hogwarts já teve. No final da primeira Grande Guerra você também se ofereceu para ir ajudar com os feridos, mesmo Antôniella tendo só 6 anos na época. Pedro sempre conseguiu ingredientes muito importantes para as poções que precisávamos por conta de suas caçadas. - Pensou por um instante - Pense. Ela pode comprar os materiais, e eu mandarei todas as matérias para ela, junto com atividades. Posso vir dar aulas pra ela as vezes, e nas provas eu mesmo venho aqui aplica-las. O que acha ?

-Dumbledore! Isso é genial! Você faria isso por mim? - Perguntou esperançosa - Não seria melhor ela ir para o Castelo Bruxo?

-Claro que faria, como estou fazendo. Antôniella não ficará muito satisfeita com isso, se a conheço bem. Mas se lembre, isso não vai impedir que Antôniella desbrave esse mundo um dia. Ela já faz isso, quando sai pra caçar com o pai. Não entendo o porque de tanto pavor de ela ir para um dos lugares mais seguros da terra. – Disse sorrindo

Parecia que para ele não existia dia ruim, estava sempre sorrindo ou com sua expressão calma e paciente. Chegava a ser irritante. Eu mesma já havia dito isso a ele.

- Quando eles vão caçar, o pai está junto com ela. É totalmente diferente. Ele não a leva para caçadas muito perigosas.

Eles conversaram mais um pouco, e depois Dumbledore foi embora, mas antes ele olhou para o lugar onde eu estava escondida ouvindo a conversa. Ele sabia que eu estava lá o tempo todo. Não era surpresa, o homem tinha o dom de saber do que queria. Sorriu pra mim disfarçadamente, para que minha mãe não soubesse que eu estava espionando. Eu retribui. Eu gostava muito dele. Ele se importava com o que eu pensava.

Saí de onde estava escondida e fui para o meu quarto

"Pelo menos vou poder aprender magia com alguém de Hogwarts." -Pensei.
.
.
Bom foi isso ...
Espero que tenham gostado do prologo.
-Nox...
*Editado

Uma Brasileira em HogwartsHistórias para pegar e não largar. Descubra agora