LIVRO DOIS | Alex Kozlov era visto por todos como inabalável, isto até o retorno de Belle Kadyrova à sua vida, e o "bad boy" de tatuagens ser desmontado novamente por esse belo fantasma do seu passado.
Mas agora, Belle estava indo embora mais uma ve...
“Pra sempre até que minha vida se acabe Garota, vou te amar pra sempre” KISS – Forever
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Parte Um
A porta se fechou e o barulho das chaves colidindo com a madeira pareceram mais altos no silêncio que ele encontrou, Alex analisou a casa estranhamente arrumada com o olhar e tentou procurar por algum sinal de onde Belle e Niamh poderiam estar, até escutar o som mesclado das risadas que mais ama ouvir vindo da cozinha e então sentiu seu corpo finalmente relaxar e um meio sorriso começar a de formar em sua boca enquanto ia atrás delas.
Encontrou Niamh primeiro, sentada em cima do balcão, então puxou a cabeça dela em sua direção e beijou sua têmpora, bagunçando seu cabelo enquanto afastava-se para ir até Belle, que estava de costas para ele.
Antes que ele tivesse tão próximo a ela como gostaria, Belle virou-se ao sentir sua aproximação e o assustou com o estado em que seu rosto se encontrava; seus olhos estavam vermelhos e cheios de lágrimas que corriam livremente por sua pele, até a ponta do nariz estava vermelha e uma expressão triste acompanhava a cena.
Alex sentiu seu coração doer, uma raiva incontrolável o dominou por alguns segundos, um desejo insano de acabar com o responsável por tirar o sorriso do rosto dela e lhe deixar em lágrimas, havia uma frieza assassina na forma como o corpo dele reagia, subitamente consciente de todos os músculos em seu corpo e necessitado de usá-los, mas para isso precisaria primero descobrir em quem.
— O que houve, amor? Alguém fez algo com você? – ele perguntou, segurando seu rosto com uma cautela excessiva, temente de que pudesse usar força demais e acabar machucando-a, limpando suas lágrimas cuidadosamente.
A expressão no rosto dela não poderia ser mais confusa. Belle respirou fundo, engolindo a saliva, prendendo a respiração, a percepção do que ocorria cruzou seus pensamentos e então logo ela rompeu-se em um riso delicioso, os lábios se esbarrando nas mãos dele pelo sorriso aberto, ela fungou e então soltou a faca na tábua de cortar, atraindo a atenção dele para lá por meros segundos, suficiente apenas para ele entender o que ocorria e começar a derreter sua raiva.
— Eu não consegui aguentar dessa vez – ela disse, quando parou de rir, referindo-se às cebolas que cortava. — Você não as notou?
— Você é tudo o que eu noto.
Ela sorriu, sentindo seu rosto arder. Ele beijou seu rosto com devoção, beijou seus olhos com carinho, como se quisesse acalmar a ardência, apossando-se das lágrimas restantes, por fim beijou seus lábios, um selinho prolongado e então mais alguns rápidos, seguiu beijando-a até a mandíbula, e então próximo ao ouvido, onde sussurrou um eu te amo, enquanto afastava o rosto dela. Teria continuado, mas tinha consciência de sua irmã no recinto, e ele não era tão forte assim para se controlar depois disso, principalmente com a saudades absurda que está dela depois de uma manhã cheia no estúdio.