1990
Ron
Eu e Ursula estamos em uma viagem a negócios, e nós temos uma reunião com a família Wang e com a família Soares, vulgo Priscila e Rose.
Nós vamos para o escritório e esperamos elas chegarem, Rose logo chega, pontual como sempre, e Priscila ainda não chegou, ela sempre se atrasa.
— Cadê a Priscila? Não me diga que vai se atrasar de novo — pergunta Rose, impaciente.
— Cheguei! — diz Priscila se sentando.
— Já que todos estão aqui vamos começar a reunião por favor — Ursula fala já estressada.
— Eu e a Ursula estamos começando um negócio que vai dar muito dinheiro, como nossas famílias são amigas eu quiz convidar vocês, o que acham da ideia — digo confiante de que elas vão aceitar.
— Que negócio é esse? Eu não posso aceitar algo sem saber o que é — pergunta Rose meia desconfiada.
— Nós queremos montar uma máfia — Ursula diz se levantando da mesa.
— Pra que vocês querem entrar na vida do crime? Suas vidas são perfeitas, eu mesmo tô fora — Rose diz pegando sua bolsa.
— Pra que tanta pressa Rose? Vamos conversar mais um pouco — digo um pouco irritado, a proposta é tão boa, só pessoas sem capacidade de raciocínio para recusar, e eu acredito que esse não é o caso delas.
— Eu já disse que estou fora e ponto final, não tem nada no mundo que me convença a entrar na vida do crime -ela sai.
— Eu também tô fora, estou bem de vida e não vejo necessidade alguma de roubar, e mesmo se tivesse necessidade isso não é justo, eu nunca vou entrar nessa vida, coisas boas são coisas conquistadas com esforço, com licença -Priscila também sai.
— E agora Ursula? O que Vamos fazer? — resmungo.
— Fique tranquilo, elas ainda vão mudar de ideia, e nós vamos garantir que isso aconteça — Ursula pega sua bolsa e nós saímos
Dias atuais
Any
Depois que nós chegamos fomos descansar um pouco, mas agora estou indo a uma reunião, a reunião é com o Krystian, a Sabina e o Noah.
— A gente tem que começar a agir logo, antes que eles descubram nossos planos — digo pegando um café.
— Aquele cara que tava nos ajudando morreu queimado nesta manhã — Krystian diz meio preocupado.
— Você sabe quem o matou? — pergunto.
— O cara tinha acabado de me entregar esses papéis contra a gangue Beauchamp, eu sai, e fiquei um pouco lá, para garantir que ele não nos traisse, alguns minutos depois eu vi duas pessoas entrando, não deu para ver quem era, pois estavam de capuz, fiquei mais um pouco lá, e vi a casa pegando fogo, depois sai.
— Quem mais teria interesse naquele velho? — Noah pergunta preocupado.
— Provavelmente a gangue Beauchamp, se eles sabiam que aquele senhor tinha alguma prova contra eles, provavelmente foram atrás, e se ele tiver abrido a boca estão atrás de nós nesse exato momento — Sabina amassa o papel que estava em sua mão — e nós não podemos deixar isso acontecer, temos que fazer algo agora!
— Então vamos pegar a arma e ir atrás deles — Noah diz como se fosse bem fácil.
— Claro que não! Nós temos que investigar eles passo a passo, para saber exatamente tudo sobre eles, e aí sim nós iremos destruí-los — Krystian sorrir.
— Reunião encerrada — digo me levantando para ir embora.
Vou para uma lanchonete que tem aqui perto, preciso descansar, e espairecer um pouco, minha vida é construída por problemas, são tantos que eu nem sei direito por qual começar.
Josh
Quando eu e Heyoon chegamos em casa vejo a Savannah desesperada.
— O que aconteceu? — pergunto.
— Acabaram de me ligar, disseram que roubaram nossa empresa, e hackearam todos os dados.
— Qual das empresas?
— A daqui, a que fica cinco quarteirões a frente.
— As câmeras de segurança gravaram quem foi?
— Não, pois desligaram o interruptor.
— Você e Heyoon vão para lá, descubram quem está por trás disso, quem quer que seja vai pagar, e vai pagar caro.
Vou para o meu escritório, pego um copo de whisky e tomo enquanto reviso alguns papéis.
Heyoon
Eu e Savannah vamos para a empresa, precisamos saber quem está por trás disso, no caminho a Savannah me contou com mais detalhes, isso é uma coisa muito séria, um roubo tão grande quanto esse pode falir a empresa.
Quando chegamos observo que tem algumas ambulâncias e repórteres aqui, foi um pouco difícil de entrar, mas conseguimos.
— Você sabe por que essas ambulâncias estão aqui? — pergunto.
— Acho que alguém se feriu, mas não me contaram nada sobre isso, apenas sobre o roubo e sobre terem hackeado os dados.
— Então vamos descobrir o que aconteceu — nós vamos até um segurança — por que tem tantas ambulâncias aqui?
— Porque vários seguranças se machucaram, era apenas quatro pessoas, mas eles lutavam muito bem.
— Eu não acredito que quatro pessoas derrotaram vários seguranças, vamos demitir todos os seguranças e contratar novos — não deixo ele falar e vou para a sala do cofre, a Savannah vem logo atrás, quando entramos vejo que a sala está vazia.
— Realmente, esses seguranças são horríveis, assim que as câmeras pararam de funcionar já deviam ter ido atrás do motivo, e foi muito suspeito ter uma queda de energia logo depois, mas em vez deles irem atrás não fizeram nada — a Savannah diz com uma certa raiva.
— É por isso que eu não gosto de trabalhar com gente burra, dar uma raiva, parece que não sabem trabalhar direito. Eu vou ver se deixaram algum rastro — saio deixando ela sozinha, procuro por todo o local, mas não encontro nada, dá para perceber que os invasores não são amadores e sim profissionais.
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Desculpa pelos erros de autografia, eu revisei o capítulo porém posso ter deixado algum erro passar despercebido
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Quebrados, Mas Ainda Vivos
FanfictionDuas gangues e um objetivo... a vingança Iniciada: 01/07/2023 Concluída: ????????
