O amor é cego

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Any
Eu estou voltando para casa, estava em uma festa que uma amiga da minha mãe me convidou, peguei um atalho, o beco é um pouco escuro, então eu consigo enxergar.

— Olha que gatinha — escuto alguém falando, então apresso meus passos, eu não tinha visto esses homens aqui, pensei está sozinha.

Os homens sai e sobra somente um, ele começa a andar em minha direção, então me viro e ando para o lado oposto, aumento ainda mais meus passos, mas tento não parecer nervosa.

Sinto uma mão em meu braço, com muito medo viro meu rosto para encará-lo.

— Me solta! — digo ainda na tentativa de não parecer assustada.

— Sabe, eu gostei de você — ele se aproxima de mim, me afasto e acabo batendo contra a parede.

— Eu preciso ir, licença — digo já demonstrando meu nervosismo por está aqui nessa situação.

Ao invés dele se afastar ele se aproxima ainda mais.

— ME LARGA! — grito na expectativa de alguém ouvir, mas a rua está deserta.

Ele começa a me beijar, tento empurrá-lo, mas ele é mais forte do que eu.

Acordo assustada, olho ao meu redor para garantir que ainda estou no meu escritório, acho que acabei cochilando, por isso tive esse pesadelo, quer dizer, pesadelo não, uma lembrança que existe em me atormentar.

Abro meu computador e vou olhar as notificações, preciso manter meu cérebro ocupado.

Quando leio tudo me levanto e vou para meu quarto, me deito e fico pensando no Josh.

Por que toda vez que eu vejo o Josh fico pensando nele? Tem tanta coisa acontecendo e eu pensando nele, eu tenho que focar no que realmente é importante.

Além dessa gangue russa atrás da minha, também tem o irmão daquele canalha que quer se vingar de mim, mas eles vão se arrepender, estão mexendo com a pessoa errada.

Pego meu celular e fico pesquisando sobre a gangue russa, eu achei aqui um documentário de treze de outubro de dois mil, aqui diz que três deles foram presos por tráfico de drogas, mas três dias depois pagaram a fiança e eles saíram, aqui também diz que eles faliram cinco empresas em duas semanas, mataram cento e trinta e cinco pessoas inocentes em um dia.

Uau, eles realmente não são flor que se cheire, mas preciso conversar com o líder deles, preciso dar um fim nisso, se eles não quiserem ficar em paz vamos entrar em guerra.

Parei de ler, pois aqui já diz suficiente para eu saber que essa gangue não presta.

Hoje foi um dia longo, então me levanto da cama, tomo um banho, troco de roupa, dou um banho na Luna, coloco o seu pijama e dou comida para ela, depois coloco ela para dormir e vou dormir também.

...

Acordo, faço minhas higienes pessoais, dou a mamadeira para a Luna, deixo ela com a a Sabina e me arrumo para ir para a empresa, acho que vou ficar por lá, com certeza alguém da gangue deles vão me procurar por causa que eu matei um deles, e um bar inteiro, quem sabe até mais deles, e eu quero estar em um lugar que eles possam me achar, mas é óbvio que não vou sozinha, o Bailey vai comigo, chamo o Bailey e nós dois vamos para a empresa.

Krystian
Assim que acordo vou procurar informações sobre o cara, eu não entendo porque ele entrou em contato comigo e não com a Any, mas isso não importa.

Faz tanta falta uma Sofya na minha vida se ela estivesse bem eu teria pedido para ela rastrear o número, mas claro que não ia contar nada para ela, eu iria inventar qualquer coisa.

Mas já que eu não tenho uma Sofya vou ter que fazer as coisas do jeito difícil, tomara que a Any mate essa gangue russa, eles são uns malditos.

Eu acho que ele pode entrar em contato comigo denovo, então preciso ficar em alerta, e também tenho que fazer o possível e o impossível para proteger a Any, não vou deixar que nada de ruim aconteça com ela.

Josh

Eu andei pensando muito no que a Joalin disse, e ela tem razão, eu sou um pai ausente, não quero que a Bela sofra por pensar que eu e a mãe dela não gostamos dela, até porque nunca vou contar que matei a sua mãe biológica.

Ela tem um pai, e eu quero ser um bom pai para ela, eu vou me esforçar ao máximo para ser o melhor possível, não posso vacilar com ela, ao menos não de novo.

Peço para a Mélanie arrumar ela para sair, ontem ela tomou vacina, a Mélanie disse que ela pode está meio manhosa.

Eu me arrumo e pego a Bela, levo ela para o parque de diversões, eu nunca vim com ela aqui, ela está se divertindo muito, dar para ver o sorrisinho em seu rosto.

Acho que eu já devia ter feito isso a muito tempo com ela, ela é apenas uma bebê, ela precisa de mim e de toda minha atenção.

Hina
Como ontem não tive tempo de falar com a Sina, vou falar agora com ela.

Bato no quarto e entro, Savannah está checando se ela está bem.

— Posso voltar outra hora se estiver ocupada.

— Não, pode falar, o que você quer?

— Seu ex estava querendo te ver ontem, eu disse que não, mas essa cara é obcecado por você, parece que não ele sabe falar de outra pessoa.

— Eo que ele veio fazer aqui? Sabe o que queria comigo?

Ela diz que não gosta mais dele e fica toda interessada, eu em, povo doido.

— Ele veio aqui para ficar de vigia da Any, porque a Any veio aqui falar com o Josh e eu acho que ele queria ver se você estava bem, porque ele perguntou se você estava bem e depois perguntou se podia ver você.

Eu já deixei meu recado, então eu saio e deixo elas lá antes que a Sina me faça mais perguntas, eu sinceramente não entendo essa garota, se eu fosse ela iria odiá-lo, principalmente depois do que ele fez, e se eu fosse ele também iria odiá-la, principalmente depois do que ela fez, eu realmente não entendo como um ainda fica atrás do outro, mas enfim, como dizem o amor é cego, então vou deixar os dois cegos se resolverem.

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Desculpa pelos erros de autografia, eu revisei o capítulo porém posso ter deixado algum erro passar despercebido

Quebrados, Mas Ainda Vivos Histórias para pegar e não largar. Descubra agora