1996
Priscila
Eu hipotequei minha casa e não consegui pagar, agora estou na rua e não tenho para onde ir, eu não queria fazer isso, mas vou ter que fazer pela minha filha, a Any, ligo para Rose e peço para ela dizer a eles que eu aceitei a proposta, eu vou entrar para a gangue, depois ela me passa um endereço e eu vou até o local.
— Seja bem vinda — diz Ursula com um sorriso no rosto.
— Quem são esses dois meninos? — pergunto.
— Eles dois tem um ano, o loiro é Josh, ele é meu filho e o asiático é o Krystian, ele é filho da Rose. E essa é?
— O nome dela é Any, ela é minha filha.
— Parabens pela bebê.
— Obrigada.
— Nossos filhos vão crescer juntos e ter uma bela amizade — Ron entra se intrometendo.
Eu já me arrependi de ter vindo, mas agora vou seguir até o final, até porque eu preciso, se fosse só eu tava tudo bem, mas eu não posso deixar a Any passar fome.
— Onde está Rose?
— Ela está lá fora — os dois dizem em uníssono.
Eu vou até onde ela está, preciso conversar com ela.
— A pessoa que me deu vários sermãos acabou aqui — Rose diz sorrindo — que ironia do destino não é?
— Que fique bem claro que eu só estou aqui pela minha filha, mas não por ganância. Quando conseguimos o que queremos vamos sair daqui, certo?
— Sim, mas não vamos ficar comentando nada desse tipo por aqui, as paredes tem ouvidos.
Dias atuais
Sabina
Acordo, faço minhas higienes pessoais e vou comer, a Sofya já está na cozinha, ela que fez o café da manhã.
— Bom dia Sofya.
— Bom dia Sabina. Acordei cedo e resolvi fazer o café da manhã, só estava esperando alguém acordar para me fazer companhia — ela diz sorrindo.
— Está com uma cara maravilhosa, vamos comer?
— Vamos.
Nós tomamos o café da manhã juntas, Sofya cobre o resto para não entrar mosca, e quando o pessoal acordar eles comem.
Vou para meu quarto, pego meu celular e começo a mexer já que a Emily está dormindo.
Entro em um site, e aqui diz que uma velha foi encontrada morta, e eu conheço essa velha, a Any não vai gostar nada disso, saio do meu quarto e vou para o da Any.
— Any, aquela velha morreu na noite passada, e eu acho que foi alguém da gangue Beauchamp que assassinou ela -digo já abrindo a porta.
— O que eles querem com nós? Por que eles estão acabando com todos os nossos aliados? — diz terminando de fazer a maquiagem, ela está incrivelmente calma, e isso é estranho.
— Deve ser vingança pelo roubo da empresa, ou eles podem está querendo acabar com nós.
— Ou os dois, chame a Sofya — eu saio e volto com a Sofya.
— O que eu tenho que fazer?
— Descobrir as mesmas coisas que você descobriu sobre aqueles dois da gangue Beauchamp.
Ela demora um tempo e logo diz.
— Ela tem mais ou menos um metro e sessenta e três, é loira e eu não consegui identificar se os olhos dela é azul ou verde.
— Pouco, a pouco vamos descobrindo sobre os Beauchamps, temos informações de três, agora com licença, eu tenho uma reunião com um empresário famoso — Any sai.
— Sofya você achou ela calma?
— Sim, até demais, o que será que aconteceu?
— Não faço ideia.
Sina
Eu estou tomando meu café da manhã, não tem ninguém comigo, nossa, que solidão.
— O Josh já chegou? — pergunta Hina brotando do nada.
— Não.
— Se ele chegar me avisa imediatamente.
— O que aconteceu?
— O Ali foi preso, e ele disse que vai falar tudo o que sabe.
— Como? Quando?
— Nessa madrugada, ele estava vendendo algumas mercadorias, e a polícia pegou ele no flaga.
— Não espera o Josh, chama a Savannah e vocês duas vão resolver isso, eu fico cuidando do David.
— Tá certo, vou chamar ela -a Savannah deixa o David comigo e elas vão atrás do cara.
Quando termino meu café da manhã vou para meu quarto com o David, e fico brincando com ele e com as meninas.
Any
Vou para a reunião com o empresário, espero que dê tudo certo, fico esperando ele, ele demora mas aparece, não entendo porque as pessoas não são pontuais.
— Bom dia, vou ser direta, não sou mulher de dar arrodeios, quero comprar sua empresa.
— Mas ela não está a venda.
— Mas não precisa estar a venda para eu querer comprar.
— Vou me retirar, com licença -ele se levanta.
— Eu sei que você tem cinquenta por cento das ações da empresa e os outros cinquenta é dos Beauchamps, e eu quero e vou comprar — mostro minha arma escondido para ele.
— Tá bom eu vendo para você, mas vai demorar um pouco.
— Eu não me importo com a demora, mas que fique bem claro, se você abrir a boca eu acabo com você — ele sai com um certo medo e eu saio logo em seguida.
Não gosto de coisas demoradas, mas eu tenho que aprender a esperar, e eu farei de tudo para destruir os Beauchamps, não importa o que seja, e ser sócia deles já é o primeiro passo.
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Desculpa pelos erros de autografia, eu revisei o capítulo porém posso ter deixado algum erro passar despercebido
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Quebrados, Mas Ainda Vivos
FanfictionDuas gangues e um objetivo... a vingança Iniciada: 01/07/2023 Concluída: ????????
