Ele assinou a sentença de morte

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2002

Josh
Eu estava dormindo, mas acordei com barulhos, abro um pouco a porta para ver o que está acontecendo, olho e vejo várias pessoas com armas e muitas no chão feridas, eu queria ir ajudá-los, deve doer muito, mas mamãe e papai me disseram que quando estiver muito barulho é para eu procurar algum lugar seguro e me esconder, então é o que eu faço, corro para o meu guarda-roupa e fecho a porta.

Quando o barulho diminui eu saio do guarda-roupa e vou para a sala, vejo muitas pessoas que eu conheço e que não conheço, vou para perto deles e tento acordá-los, mas eles não acordam, vejo um que está com o olho aberto e vou até ele.

— Ei moço, sua ferida dói muito? Vou chamar ajuda — digo mas ele não responde nada — vai ficar tudo bem, vou ajudar você e seus amigos.

Saio para fora a procura de meus pais, minha mãe faz um sinal para eu entrar, ela está com uma arma escondida atrás de um carro, mas eu não posso, tenho que pedir ajuda, aquelas pessoas estão muito mal.

Continuo andando, de repente sinto uma dor, olho para baixo e minha barriga está saindo muito sangue, começo a chorar, dói muito.

Meu pais não se aproximam, mas eles estão preocupados, minha mãe começa a chorar e meu pai também, eu nunca vi eles chorando antes, essa é a primeira vez.

Caio no chão e vou fechando meu olhos aos poucos.

...

Acordo e estou em um hospital.

— Uma criança de sete anos não deveria ter visto uma cena daquela, isso é demais, nós quase perdemos nosso filho Ron — ela diz angustiada.

— Eu sei, mas infelizmente não podemos fazer nada, essa é a realidade dele, o que temos que fazer é treiná-lo.

— Ele devia está brincando, descobrindo o mundo, o Josh é apenas uma criança inocente, não é justo com ele, acho que devíamos mandá-lo para o exterior.

— Não ninguém vai fa... — o interrompo.

— As pessoas também estão bem? Posso vê-las? — eles dois vem me abraçar.

— Sim meu amor, todo mundo está bem, mas a prioridade agora é você — diz minha mãe.

Dias atuais

Josh
Agora ferrou, tem muitos policiais, não sei como vamos conseguir sair dessa.

A Bela começa a chorar, droga, acho que ela está com fome, mas não tem como alimentá-la agora, mas também não como deixá-la com fome, os policiais não podem saber que temos crianças com nós. Pego uns quatro morangos e dou para ela, ela come e se acalma.

Mélanie para o carro com força, olho para frente e vejo que tem várias viaturas, eles nos cercaram por todos os lados.

Nós já estávamos ferrados, e agora estamos mais ferrados ainda. Mando mensagem para as garotas, aviso a elas um plano doido que acabei de criar. O plano é meio arriscado, mas é a única forma de sairmos daqui sem ser presos.

Quebrados, Mas Ainda Vivos Histórias para pegar e não largar. Descubra agora