Dois bandidos

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Shivani
Quando chegamos em casa eu e o Bailey montamos os aparelhos, logo em seguida eu coloco o Noah e a Sabina nos aparelhos.

— Com que dinheiro vocês compraram isso? A Any não vai gostar nada em saber — Krystian diz aparecendo do nada.

— Nós não compramos, nós roubamos — Bailey responde.

— Menos mal —Krystian diz saindo.

— Bailey fica aqui com eles por favor, eu vou falar com a Any.

— Tá certo — saio e vou para o escritório da Any, bato na porta e ela diz que posso entrar, então eu entro.

— Any e... — alguém bate na porta.

— Entra — Any diz olhando para o computador.

— Vocês não acreditam o que tá passando no jornal — diz Sofya rindo.

— O que? — eu pergunto curiosa.

— Tão dizendo que dois bandidos invadiram o hospital e colocaram um difusor de fumaça para enganar os médicos e roubarem vários aparelhos e remédios — diz rindo.

— Então Sofya... fui eu e o Bailey que roubamos o hospital — digo meia sem jeito.

— Desculpa — ela sai envergonhada.

— Então o que você queria me dizer afinal de contas? — a Any tira a cara do computador e olha para mim.

— Quando eu e Bailey estávamos vindo do hospital eu vi esse cartaz — mostro a foto do cartaz para a Any.

— Porque estão dizendo que o Noah está desaparecido? Isso não faz sentido, mande a Sofya e o Bailey irem arrancar esses cartazes, se não o povo podem pensar que nós sequestramos ele.

— Tá certo.

— Shivani!

— O que foi?

— Desculpa por ter sido grossa com você, eu estava com muita coisa na cabeça.

— Tá tudo bem.

Ela pega um papel.

— Toma — ela me entrega um cheque — compre o que precisar para Noah e Sabina.

— Tá bom, obrigada.

— Por nada — ela volta a olhar o computador.

— Ah, Any, não desconta tudo em nós, ao invés disso conversa — saio e vou falar com a Sofya e com o Krystian, eles saem imediatamente.

Joalin
Vejo que tem duas pessoas tirando os cartazes, então vou até eles.

— Por que estão tirando os cartazes? O meu primo está desaparecido, ele saiu para comprar pão e não voltou mais.

— Por favor, pare de inventar mentiras, ele é meu amigo e está em perfeitas condições — diz o garoto ainda de costas. Agora eu com certeza me ferrei.

Ele se vira junto com a loira e ficam meio surpresos ao me ver.

— Eu preciso ir ali, já volto — a loira sussurra para o asiático, mas mesmo assim eu escuto.

— Enfim, pare de tirar esses cartazes, ele pode não está desaparecido de verdade, mas eu tenho contas a acertar com ele.

— Você não vai acertar nada com ele! — arranco o cartaz da mão dele, e volto a colar na parede, uma pessoa aparece por trás, coloca um pano no meu nariz e eu desmaio.

Acordo em um lugar totalmente escuro, não tem como identificar onde estou.

— Vocês vão pagar por terem machucado a perna de duas pessoas da minha gangue, o que eu devo fazer com você? Matar, torturar, os dois, ou tirar uma selfie, acho que vou me contentar com a selfie por enquanto — uma pessoa acende a luz, é uma mulher, mas é outra, essa é morena, ela está com um capuz, então não dar para eu ver seu rosto, mas seu cabelo é cacheado, dá para ver pois está solto, ela começa a se aproximar de mim.

— ME SOLTA — grito mas é em vão, ela pega o celular e tira uma selfie nossa.

— Grite a vontade, ninguém vai te ouvir, agora vou deixar a foto na sua casa, a próxima foto que eu vou mandar é da sua cabeça, então aproveite suas últimas horas de vida, e eu te recomendo que não seja gritando — ela diz isso muito calma e saindo depois vai embora.

Eu preciso arrumar um jeito de sair daqui, e logo.

Sofya
Enquanto a Any estava cuidando da garota eu e Krystian ficamos tirando os cartazes, a gente estava dizendo para o pessoal que ele já foi encontrado.

Por culpa dessa garota agora nós vamos ter que ter esse trabalho.

— Cansei Krystian, não aguento mais.

— Menina, nós mau começamos.

— É mas só de olhar meus olhos cansaram, você pode arrancar sozinho por favor.

— Não, não posso.

— E por que não?

— Porque o trabalho é para nós dois. Por que você que não arranca sozinha?

—:Você acabou de dizer que o trabalho é para nós dois.

— Vai, por favor, prometo que nunca mais vou te abandonar — ele sorrir.

— Tá bom, mais vou cobrar viu — começo a arrancar os cartazes, quando estou quase terminando o Krystian volta com um sorvete, ele me ajuda a tirar o resto que falta e me entrega o sorvete.

— Você foi rápida, nem demorei tanto.

— Sou muito boa no que faço e obrigado pelo sorvete.

— Por nada — olho para o lado e avisto minha mãe — eu vou ali Krystian, já volto — vou até minha mãe — oi mãe, quer ajuda com as sacolas?

—:Não, não precisa, mas obrigado, está tudo bem com você filha?

— Sim, e com você?

— Eu também estou bem, outra hora a gente conversa, eu estou com pressa.

— Você vai para onde?

— Vou fazer um exame — ela sai.

Que estranho, ela nunca foi assim apressada, mas as coisas mudam, afinal faz um bom tempo que não a vejo.

Vou para perto do Krystian e termino o sorvete.

— Você pode ir para o galpão, eu tenho que passar em casa, mas depois eu vou.

— Tá bom — ele sai.

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Desculpa pelos erros de autografia, eu revisei o capítulo porém posso ter deixado algum erro passar despercebido

Quebrados, Mas Ainda Vivos Histórias para pegar e não largar. Descubra agora