Heyoon
Eu vi no noticiário que o Josh está vivo e em que hospital ele está, então chamei o uber e fui para o hospital, quando chego vejo Joalin saindo.
— O que você está fazendo aqui? Você não deveria está aqui! — digo num tom meio raivoso.
— Eu vim saber do Josh, e você não tem moral para reclamar, você também está aqui.
— Tá bom, mas você viu o Josh? Como ele está?
— Eu não pude vê-lo, mas a moça me entregou um papel com os horários de visita — ela me mostra — e ele não está nada bem, eu quero trocar ele de hospital, mas vai ter fazer algumas coisas para poder tirá-lo de lá, se você quiser ver ele pergunte por um Jean Botero.
— Tá bom, então nós voltamos no horário de visita.
— E você já está procurando outra casa? Nós não vamos viver no hotel para sempre.
— Eu vou procurar, mas não agora, por enquanto tá bom demais, o mais importante agora é a saúde do Josh.
— É, e nós também temos que torcer para a gangue russa não nos encontrar.
— Isso a gente deixa para depois, acredito eu que eles vão deixar a poeira abaixar um pouco, pois várias pessoas da gangue deles foram presas, eles não vão se arriscar assim.
— Espero que você esteja certa.
Joalin optou por voltar andando, nós íamos para o hotel, mas eu pedi para ela me acompanhar no shopping, pois está faltando algumas coisas e eu preciso comprar.
Hina
Eu estou olhando o saldo da empresa de Nova York, e as contas não estão batendo, vou ter que enviar alguém para dar um jeito no gerente financeiro de lá, se fosse perto eu mesma acabava com ele, mas como não é vou ter que mandar alguém, e também vou contratar um gerente financeiro novo.
Vejo que as empresas de Londres, Pequim, Bruxelas e Roma são as que estão dando mais lucro, o Josh ficaria feliz em saber disso.
Eu descobri que o Josh está em um hospital pelas redes sociais, eu já invadir os computadores do hospital em que o Josh está e sei que ele não está nada bem, eu já avisei as garotas o estado de saúde do Josh, só não avisei a Heyoon e a Joalin que saíram, mas vou mandar uma mensagem para elas.
Quando mandei a mensagem eu saio do meu computador e fui me arrumar, porque hoje eu vou para uma boate, vou tratar de negócios com o dono.
Nenhuma das garotas vão comigo, eu não queria ir sozinha, mas vai ser o jeito, se o Josh estivesse aqui ele iria comigo, ou eu não precisaria nem ir.
A Heyoon e a Joalin não vão porque não estão aqui, a Mélanie foi contratada para cuidar das crianças, mas sei que se ela não estivesse ocupada ela iria, Sina ainda não está cem por cento curada e Savannah foi na farmácia.
Termino de me arrumar, coloco minha arma enganchada na minha jaqueta, e por garantia coloco uma faca dentro da minha bota.
Peço um uber e ele me leva até a boate, quando chego um cara me leva para um lugar mais reservado, fico atenta a tudo, sempre pode ter algum tipo de armadilha.
Vejo que o cara já está aqui, ele preparou uma mesa para nós, me sento em sua frente, ele me serve um licor, mas não bebo, pode está envenenado.
— Sobre o que você quer falar?
— Senhorita, não tenho intimidade com o senhor, e eu vou comprar esse lugar, vou transformar aqui em um parque aquático.
— A senhorita não vai comprar, aqui não está a venda.
— Eu não me importo se está a venda ou não, se eu quero já é meu.
— A senhorita não quer ser minha sócia e me ajudar a reerguer essa boate?
— Eu não tenho interesse em ter boates nesse momento, e eu não costumo investir em coisas falidas.
— FORA DAQUI, VOCÊ NÃO VAI DESTRUIR O QUE EU CONSTITUI COM MUITO ESFORÇO.
— Senhor se acalme, se aceitar vai ganhar uma boa quantia, e vai poder recriar esse muquifo em outro lugar — matenho minha calma.
— SAI DAQUI AGORA! NÃO VOU FECHAR NEGÓCIO COM VOCÊ.
Não quis negociar de boa, então vou ter que fazer do meu jeito, pego a arma.
— Vai assinar ou não? Se você não fechar acordo comigo eu te mato e ainda coloco fogo nesse lugar.
— Tá bom, eu assino.
Ele se levanta, pega a caneta, e vem para o meu lado, mas ao invés dele assinar, ele tenta dar um golpe em mim, sou mais rápida e dou um tiro em sua perna.
— Assina!
— Desgraçada — ele assina, pois ver que as coisas são sérias.
— Foi um prazer negociar com você, amanhã vou mandar pedreiros para cá, então tire suas coisas ainda hoje.
— Mas é pouco tempo, não vai dá.
— Esse problema já não é meu, você que se vire — dou um sorriso e saio.
Ele grita algo, mas ignoro, volto para o hotel, tomo um banho, coloco meu pijama e vou dormir.
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Desculpa pelos erros de autografia, eu revisei o capítulo porém posso ter deixado algum erro passar despercebido
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Quebrados, Mas Ainda Vivos
Fiksi PenggemarDuas gangues e um objetivo... a vingança Iniciada: 01/07/2023 Concluída: ????????
