Salvar minha vida

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Shivani
Ontem nós saímos e não encontramos nada, hoje acordamos cedo, o Bailey eu não sei onde está, então só foi eu e a Sabina denovo.

Nós saímos e fomos a procura da mãe da Sofya, depois de muito tempo encontramos o endereço dela, Sabina bate na porta mas ninguém abre.

— Acho que não tem ninguém em casa — Digo.

— Então vamos arrombar.

Ela pega uma bolsa e tira uma ferramenta de dentro, ela me entrega e eu consigo abrir a porta sem danificá-la, nós entramos, eu encosto a porta e começamos vasculhar a casa.

Eu subo para a parte de cima, e a Sabina fica procurando em baixo, abro uma gaveta do quarto dela e encontro um monte de papéis, desço e vejo Sabina com duas armas na mão.

— Olha o que eu encontrei — ela me mostra a arma — uma pessoa normal não teria isso em casa, eu tenho três opções, um: ela pode ser policial disfarçada; dois: ela pode caçar animais; ou três e mais provável, ela faz algum esquema de errado.

— Vamos descobrir agora — mostro os papéis que encontrei, divido com ela e nós começamos a ler.

— Aqui é uma lista de compras ilegais — diz Sabina.

— E aqui fala sobre um projeto, o projeto é grande.

— Vamos levar tudo — ela coloca na bolsa dela.

Nós íamos sair, mas a porta é aberta, então nós nos escondemos rápido.

Brecho um pouco, por incrível que pareça ela não percebeu que a porta não está trancada de chave, ou percebeu e ignorou, vejo ela subir rapidamente, essa era nossa chance de sair, mas decidimos ficar e tentar descobrir mais.

Depois de um tempo ela desce com umas malas, vai para a cozinha pega um pouco de comida e vai embora, e é óbvio que saímos logo atrás.

Seguimos ela até o aeroporto, lá ela encontra várias pessoas.

Acho que ela percebeu que a arma e os papéis não estavam no lugar, ela saiu muito nervosa.

— Nós precisamos pará-los antes que eles embarquem.

— Tive uma ideia — Sabina vai até um segurança e logo em seguida ele e outros seguranças vão até esse grupo de pessoas.

— O que você disse?

Disse que tenho suspeita que eles estão importando drogas ilegais, eles vão descobrir que é mentira logo, mas temos tempo.

— Vamos fazer o que?

— Nós vamos sequestrar um deles, mas tem que ser rápido e discreto, qual você acha que tem cara de mais besta?

— Aquele — aponto para um homem, que está comendo batata frita.

— Ótimo.

Assim que os seguranças saem eu me aproximo do homem, pergunto a ele se ele sabe onde é o banheiro, enquanto ele aponta despejo um medicamento que provoca diarreia em sua batata frita, agradeço a ele e vou embora.

Ficamos esperando um tempo e ele entra no banheiro, provavelmente perdeu o voo, pois demorou muito, quando ele sai prendemos ele.

— Onde está a Sofya? — Sabina pergunta.

— Me larga por favor — fala já tremendo, que cara frouxo.

— Diz logo!

— Eu digo, mas não façam nada comigo, por favor.

Ele nos leva para o local, não sei como contrataram ele, nunca vi alguém dar informação tão fácil assim.

Por precaução nos preparamos, pois pode ser uma armadilha, mas por incrível que pareça não é.

O cara começa a rir.

— Bom, agora eu preciso ir — ele muda totalmente de postura e vai embora.

Será que ele nos enganou? Será que ele sabia que íamos atrás dele? Mas porque ele quer que nós encontre a Sofya? Ou será que a Sofya não está aqui?

— O que acabou de acontecer? — Sabina pergunta confusa.

— Não sei, mas vamos entrar logo, não temos tempo.

Entramos e começamos a procurar ela, abrimos várias portas e nada, até que entramos uma espécie de quarto e encontramos ela toda suja e cheia de sangue.

— SOFYA! SOFYA! SOFYA! — falamos em uníssono.

Any
Acordo, olho ao redor e vejo que estou no hospital, vem uns flashbacks na minha cabeça, mas nenhum explica como eu vim parar aqui.

Nesse momento estou no soro, eu ia torar e me levantar da cama, mas a enfermeira entra.

— O que aconteceu? — pergunto.

— Você chegou desmaiada no hospital, perdeu sangue, mas fizeram uma transfusão de sangue para repor o sangue perdido e uma cirurgia para saturar o corte, não se preocupe, você vai ficar bem.

— Como eu cheguei aqui? Você sabe?

— Na ambulância, uma mulher veio com você, mas teve que ir embora, provavelmente volta hoje.

— Quando eu posso sair daqui?

— Daqui dois ou cinco dias, ainda não sei.

Ela me examina e vai embora. Eu não posso ficar todo esse tempo aqui no hospital, tenho que cuidar da Luna, encontrar a Sofya, e impedir que o Noah faça qualquer besteira, cada segundo aqui é uma perda de tempo, mas vou esperar a pessoa que me ajudou para eu saber quem é, e agradecer, é o mínimo que posso fazer por ter ajudado a salvar minha vida.

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Desculpa pelos erros de autografia, eu revisei o capítulo porém posso ter deixado algum erro passar despercebido

Quebrados, Mas Ainda Vivos Histórias para pegar e não largar. Descubra agora