2007
Hina
Hoje foi o meu último dia de aula, agora estou oficialmente de férias.
— Papai, olha eu ganhei uma medalha por ser a melhor aluna — vou animada mostrar para ele.
— Não está fazendo mais do que a obrigação, vá para o seu quarto, não quero te ver por aqui.
— Mas papai...
— Você sabe que foi por sua culpa que sua mãe morreu, só me obedeça.
Eu vou correndo para o quarto, quando entro começo a chorar, toda vez que eu faço algo de errado ele briga e quando eu faço algo de bom ele fala isso.
Eu queria tanto que minha mamãe estivesse aqui, talvez as coisas seriam diferentes, talvez eu fosse amada de verdade.
Dias atuais
Any
Vou levar o Noah comigo por precaução, nunca se sabe do que os outros são capazes, como eu e o Beauchamp somos vizinhos não preciso de carro, toco a campainha e a japonesa, vulgo Hina abre a porta.
— O que fazem aqui? — Hina pergunta.
— Preciso falar com o Beauchamp.
— Ele está no escritório.
— Pode me levar até lá por favor?
— Claro.
— Noah, fica aí, se eu precisar te chamo.
— Tá bom — ele se senta no sofá.
Sigo a Hina até o escritório do Josh, Hina ia bater na porta, mas eu abro e entro.
— O que faz aqui Gabrielly?
— Hina você pode sair por favor, preciso conversar a sós com seu chefe — Hina sai.
— Então, o que tem de tão importante para me dizer que invadiu meu escritório?
— Por acaso foi sua gangue que perseguiu uma pessoa da minha gangue? — Digo me sentando e me servindo com um whisky que está em cima da mesa.
— Não, não foi, nós já estamos em trégua com a sua gangue, por que eu faria isso?
— Eu também não sei, mas se eu descobrir que você e sua gangue estão por trás disso vocês vão pagar caro.
— Relaxa, aqui você não vai achar nada, mas eu posso te ajudar.
— O que eu tenho são essas fotos — mostro as fotos que o Noah me enviou para ele.
— Não acredito — ele diz incrédulo.
— O que?
— Esse cara que tá aqui no fundo da foto, ele participa de uma gangue russa, eles são barra pesada, uma vez eles quase me mataram por que roubei uma empresa deles.
— Mas por que essa tal gangue russa estaria atrás da minha gangue?
— Com certeza deve ser por causa da empresa que vocês abriram, eles acham uma ameaça a empresa deles, com certeza isso foi um aviso.
— Mas eu me pergunto, como eles acharam a Sofya?
— Eu também não sei, eles devem ter boas fontes.
— Aqueles infelizes me pagam, tão achando que minha gangue é covarde, pois estão muito errados, vou acabar com a raça deles, eles vão pagar por ter mexido com a minha gangue — viro o copo de whisky na minha boca, coloco munição na minha arma e me levanto, ia embora, mas o Josh segura meu braço.
— Onde você vai?
— Não está óbvio, vou encontrar aqueles malditos e acabar com a raça deles.
— Calma Gabrielly, você vai acabar fazendo besteira.
— Me solta Beauchamp, eu faço o que eu quiser, e pouco me importa se é besteira ou não.
— Senta e se acalma, depois você sai.
— Você não é meu pai e nem minha mãe, dá licença — empurro ele é saio.
— Por que você está com a arma na mão? — Noah pergunta.
— Nós vamos acabar com aqueles malditos russos.
Josh
Gabrielly, Gabrielly, você ainda vai acabar se metendo em uma enroscada por causa da sua teimosia.
Estou olhando no meu computador e vejo que um cara de uma das empresas vendeu suas ações.
Vou olhar quem é o meu novo sócio, olho e vejo que são os Soares.
Por que eles querem ser sócios de nós? Eu também não sei, mas confesso que fiquei feliz.
Vou para a sala.
— O que ela queria? — Hina pergunta.
— Nada de mais.
— Tem certeza? Porque ela chegou brava e saiu mais ainda.
— Não é nada, é só que ela pensava que nós estávamos envolvido com o acidente da Sofya.
— Josh, essa mulher é louca, só vive estressada.
— Se ela é louca você também é, só vive nesse computador.
— É diferente, agora tá defendendo ela é? — Ela pergunta um pouco brava.
— É brincadeira, desculpa — começo a rir.
— Vai arrumar o que fazer garoto — ela sai e eu volto para o meu escritório.
Hina
Vou para o meu quarto, preciso de um pen drive que guarda umas informações sobre a empresa da Inglaterra.
Procuro e acabo encontrando algo que nem eu sabia que tinha.
Uma foto minha com o meu pai e minha madrasta, foi a única foto que meu pai tirou comigo que foi no dia do seu casamento, eu lembro como se fosse ontem, ele só tirou essa foto porque o fotógrafo falou: você não vai tirar uma foto com a sua filha?
Eu queria tanto ter sido amada por ele, mas infelizmente não foi assim.
Pego a foto e guardo, por mais que eu não tenha nenhuma lembrança alegre com ele eu vou guardar, não quero jogar a única coisa dele que restou comigo, e a única coisa que tive dele todos esses anos.
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Desculpa pelos erros de autografia, eu revisei o capítulo porém posso ter deixado algum erro passar despercebido
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Quebrados, Mas Ainda Vivos
FanfictionDuas gangues e um objetivo... a vingança Iniciada: 01/07/2023 Concluída: ????????
