Atualizamos nossas Diretrizes de Conteúdo.
Consulte as diretrizes mais recentes para continuar compartilhando histórias com segurança.

- capitulo 1 -

310 30 16
                                        




Já se faz uma semana que Crowley tentava esquecer aquele beijo em meio a drogas, muita vodca e choro. E mesmo que não fosse do seu agrado as drogas era o meio que mais utilizara em meio a todo caos que teria feito. Os cacos da janelas de seu apartamento estavam no chão junto a alguns pedaços de vidro no chão, as plantas tremiam a cada segundo da semana, sacos de droga agora faziam parte da decoração e a caixa do seu telefone estava lotada de ligações de Aziraphale, e a cada uma delas trazia mais e mais lembranças para Crowley. Onde normalmente sempre dizia "Bom dia Crowley, espero que esteja bem. Quero falar com você, na verdade acho que precisamos conversar sobre aquele... você sabe do que estou falando... estarei te esperando assim que a livraria fechar. Espero que tenha um ótimo dia tchau."

Enquanto escutava esse recado novamente ele estava cheirando novamente aquela carreira de cocaína que fez sobre o balcão da cozinha. E em seguida com uma mão no nariz e a outra pegando uma garrafa aberta na mesa da cozinha e ia até a suas plantas e sentou no chão em costado na "parede" de que algumas estavam. As fazendo tremer.

-PAREM DE TREMER! NÃO FAREI NADA A VOCÊS AGORA!- gritava logo depois deixando o silêncio naquele lugar enquanto bebia novamente- Eu não deveria ter feito isso... Não deveria ter o beijado...O que eu fiz...- dizia enquanto lagrimas escorriam de seu rosto- Por que eu fiz caralho? Agora adivinhe ele quer conversar! Conversar sobre essa porra como se não tivesse entendido. - bebia novamente em meio as lagrimas enquanto as plantas paravam de tremer. 

Mesmo que gritasse com elas e assim guardassem um certo medo, elas entendiam toda aquela tristeza dele e porque gritava com elas.

-Me digam o que eu devo fazer...- e agora via um certo silencio lá e nenhuma tremia ou dava qualquer tipo de resposta e isso fazia perceber toda aquela solidão que o rodeava . Até de repente uma daquelas plantas começasse a tremer e de alguma forma inexplicável até mesmo para ele fazia surgir uma pequena espécie de "cabo" que ia em sua direção e assim que parou próximo a seu rosto fazia crescer uma folha que de alguma forma se destacava as letras "AZI", para sua surpresa. -Mas e se acabar piorando?- então a mesma folha se tremeu em sua resposta e parou . - Porque escutaria os concelhos de uma planta?- assim a folha cresceu mais um pouco e limpou o rosto de seu dono que estava sujo de lagrimas, em poucos movimentos, então pegou novamente a garrafa e bebeu mais um pouco e percebeu que havia acabado com tudo que tinha naquela garrafa. Então levantou deixando a garrafa lá e foi até sua cozinha pegar a chave do carro. - Daquia pouco vou achar que é o destino essa porra, eu vou ir até ele e se der merda fique avisada que você morre ainda hoje! - disse enquanto saia de seu apartamento.

Em todo seu caminho se questionava o que estava fazendo, ouvindo uma planta e indo até SEU anjo, e quando parou no transito da M25 olhando por um dos espelhos de seu carro percebia sua aparência, que não era uma das melhores indo desdê barba por fazer, do cabelo bagunçado até a as roupas um tanto quanto suja . Nada que não foi resolvido por um milagre demoníaco, que alias prendeu seu cabelo em um coque que usava poucas vezes.

Quando chegou na livraria do anjo se deparou com a placa de fechado na porta e isso o deixo um pouco nervoso por perceber que não tinha pensado em nada para  falar e isso o fez ter mais medo a isso.

-Vamos lá Crowley,  já estamos aqui! É só falar que tinha bebido um pouco demais aquele dia e não pensou direito. - falava olhando pra si mesmo no espelho e tirando o cinto e em seguida abrindo a porta do carro respirando fundo e indo em direção a porta.

Parado em frente por o que parecia longos minutos resolveu abri- lá e entrar lá. 

-Anjo cheguei... desculpa não ter atendido estava ocupado.

No andar de cima Aziraphale escutava alguns passos no andar de baixo junto a uma voz que claramente não existiria outra igual que no caso seria a de seu amigo, e antes que se tocasse estava sorrindo, então desceu rapidamente indo ao seu encontro.

E quando o observou o seu sorriso sumiu por lembrar o que houve da ultima vez, o deixando com um no na garganta junto com o coração batendo mais rápido.

Ambos ficaram em silencio só observando um ao outro e sentindo de certa forma a dor um do outro.

-Está cheirando a álcool...-disse Aziraphale enquanto pensava "ele bebeu para ter coragem de vir até mim?"

-É uma longa história isso...- e antes que pudesse continuar a frase Aziraphale fez o que se pode dizer talvez um milagre, tirou o milagre demoníaco que o outra havia feito em si mesmo , revelando de fato a sua aparência que era consequência da semana, que nela não incluía o óculos que utilizava antes de seu milagre.

-Crowley...- quando disse seu nome enquanto se aproximava sentia em seu rosto uma lagrima escorrer pelo seu o rosto, o fazendo assim parar.

Aziraphale se quebrou ao ver seu amigo daquela forma... e não era uma dor que significaria que era só por amizade.

Essa pequena lagrima fez com que o homem que estava bêbado saísse de seu lugar e fosse até o outro em questão de segundos, por puro desespero de ver o outro chorar.

-Anjo me desculpa ok? Só não chore por minha culpa ok? Me desculpa por favor! - falou segurando seu rosto para que olhasse fixamente em seus olhos e só neles.

O anjo por não querer mais sentir a dor de ver o seu demônio se desculpando daquele jeito, em questão de segundos o puxou pela camisa para um beijo tão necessitado quanto a sua alma, que causava no outro um alivio e algumas lagrimas escorrerem involuntariamente. E com certeza não era igual o outro beijo, era um beijo apaixonado que nos primeiros segundo era lento e conforme passavam o tempo nele começava a se tornar mais rápido, e em meio aquele beijo Aziraphale colocou Crowley de costas para a parede tomando todo o controle da situação. 

Assim que ambos perdiam o folego Aziraphale aproveitaria que os primeiros dois botões da camisa de Crowley estava aberto para deixar desde beijos a mordidas pelo comprimento do seu pescoço, o fazendo gemer a cada segundo, tornando a tristeza do mais alto em completa excitação.

-A-Azi vamos deixar...- era interrompido por mais uma mordida o fazendo gritar- Aaah... pa-para depois.- mesmo que estivesse gostando daquilo para ele não era o momento ideal. -T-temos que conversar e também ... hamn~... est-ou sujo. -  nesse momento já não conseguia mais pensar.- Ca-ralho.

Azi voltou a dar a atenção a boca de Crowley, o que fez com que o mais alto conseguisse colocar as mãos em sua cintura e guia-lo até uma das poltronas e o fizesse sentar nela, e em seguida sentando no colo do loiro que levou sua mão a cintura do outro fazendo um carinho nela. Já o ruivo dava uma atenção maior aos botões da camisa e a gravata borboleta.

 Já o ruivo dava uma atenção maior aos botões da camisa e a gravata borboleta

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Assim No Céu Como No InfernoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora