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-capitulo 14-

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No relógio da livraria do Sr. Fell marcavam uma hora da tarde, três dias após as compras. A livraria estava fechada já que ele faria um dia para limpar e arrumar a sua loja/casa.

Ele estava no andar de cima colocando as roupas que havia comprado na secadora, enquanto escutava do andar de baixo o sino da porta junto a voz de Crowley.

-Anjo cheguei! E tem uma carta para você aqui!

-Eu já desço querido!

Alguns minutos depois Aziraphale descia as escadas vendo Crowley sentado na poltrona perto da escrivaninha o esperando, com a carta na plataforma de madeira.

O anjo caminha até seu demônio e beija a sua têmpora como um comprimento, deixando um sorriso nos dois.

-Eu já falei que te amo hoje?

-Além das longas ligações depois das dez? Não - respondeu indo até o envelope e ficando de costas.

-Então eu falo, eu te amo e caralho...

-O que foi querido?- encarava confuso por o sorriso ter sumido.

-Aziraphale...

-Sim?

-Tem uma coisa que eu quero falar a seis mil anos.

-Fala.- agora o anjo ficava preocupado.

-Durante todos esses milênios.

-Hum.

-Eu nunca...nunca mesmo! Conheci alguém com uma bunda tão gostosa!- a cada palavra vermelho virava a nova cor de Azi- Anjo a sua bunda merecia um premio! Puta que pariu você prescisa jogar a jeans fora...

-Crowley!

-Ela vai judiar do meu bumbum!

-Desde quando é seu querido?

-Quer mesmo que eu diga?

-Melhor não....

-Se quiser...

-Tem noticias do inferno!?- questionava o interrompendo.

-Não e você?- seu sorriso era obvio tão obvio quanto a vergonha do loiro.

-Não também. - enquanto comentavam as novidades o mesmo lia o bilhete de Maggie.- Querido...

-Eu mesmo anjo.

-Eu vou ter que ir até a loja incrível de discos.

-Eu vou junto então.

-Na verdade eu estou com roupas na secadora, então você poderia  olhar para mim?

-É claro anjo.

-Obrigada querida, você é o melhor namorado do mundo. - agradecia pouco antes de ir até o ruivo e o beijar.


Alguns minutos depois  Crowley resolveria ir até o segundo andar fazer o que foi lhe pedido antes do anjo sair. Logo que chegou e abriu a maquina, tirando algumas roupas normais que haviam comprado, entre as que o mesmo usava diariamente, mas bem do fundo ele tiraria uma roupa, (se aquilo seria possivel chamar de roupa) bem peculiar, principalmente para um anjinho como Aziraphale, e mesmo que as tais roupas fossem peculiares de uma certa forma, talvez pela cor de branca com detalhes em azuis no bordado que havia pelo conjunto do sutiã e calcinha e no sinto que prendia-se aquela calcinha se estendo até as coxas, passava uma ideia um tanto quanto angelical. Um ar de boa moça que sabe muito bem fazer um boquete.

Assim No Céu Como No InfernoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora