Maya Mount nunca admitiria, mas Kai Havertz possuía os mais lindos olhos que ela já contemplou; as íris azul turquesa que conseguiam se assemelhar a uma tempestade ou até mesmo a uma noite estrelada fascinavam a jovem inglesa.
Mas Kai Havertz, melh...
“Eu creio que eu posso voar, no ar, te quero nua No meu lar, ‘cê me diz “sou toda sua” Suar na cama, zuar, transar na rua Fazer do sol a noite e da lua o dia Me chamou de cabeça dura e é fato, sem maldade Sei que sou em todos sentidos A gente briga só pra se acertar de novo Fica mais quente, né? Nós dois sentimos [...] Nós construímos pontes indestrutíveis Creio que ao seu lado tudo posso Com você sinto coisas indescritíveis, fica comigo
Leal, leal Eu quero ser leal, enquanto nosso lance for real Só pra você, leal, leal Eu quero ser leal, enquanto nosso lance for real Só pra você”
— Djonga
Apreço /ê/ substantivo masculino 1. Estima, consideração que se tem por alguém ou alguma coisa; admiração. "todos o tinham em grande a."
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Maya Mount Londres, Inglaterra.
Quando o apito final da partida soou, eu já estava pronta para seguir o caminho dos vestiários para encontrá-lo. Minha mente estava cheia de amor e preocupação por ele, e eu queria cuidar do meu homem.
Sabia que ele estava irritado porque saiu do campo dando socos no ar e afastando Mason, que estava tentando consolar o alemão. Os ombros de Kai estavam tensos, e seu rosto estava vermelho de frustração. Era evidente que ele estava se cobrando, sentindo o peso da derrota como se fosse sua culpa pessoal.
Enquanto os jogadores do Chelsea deixavam o campo, vi Kai afastando-se dos demais, seguindo em direção ao vestiário com passos longos e determinados.
Eu podia perceber o gesto de Mason como um sinal de amizade sincera, mas também compreendia que Kai estava em um estado de espírito que o fazia afastar qualquer tentativa de consolo.
A partida de futebol que havíamos assistido era importante para o time do Chelsea, especialmente considerando a má fase que estavam enfrentando. A expectativa de uma vitória era alta, mas as coisas não haviam saído como planejado, com a equipe sofrendo uma derrota por 4 a 1.
A decepção estava estampada no rosto de todos os jogadores, mas eu sabia que Kai estava particularmente afetado.
Assim que me aproximei da porta do vestiário junto com Paula, vi Kai sentado em seu armário, ainda respirando com dificuldade e com o semblante cansado, com a camisa do Chelsea ainda suada e grudada ao corpo e seus cabelos molhados pela transpiração.
Seus olhos se encontraram com os meus, e vi a frustração e a tristeza neles.
O técnico do time fez uma breve reunião com os jogadores, discutindo o que havia dado errado na partida e o que precisava ser melhorado. Mas Kai parecia alheio às palavras do treinador, perdido em seus próprios pensamentos sombrios.