Maya Mount nunca admitiria, mas Kai Havertz possuía os mais lindos olhos que ela já contemplou; as íris azul turquesa que conseguiam se assemelhar a uma tempestade ou até mesmo a uma noite estrelada fascinavam a jovem inglesa.
Mas Kai Havertz, melh...
Staying up for you Day and night for you We’ve been losing track of time Reaching higher heights Only one thing on my mind Only one thing on your mind
Let me touch you where you like it Let me do it for ya Give you all of my attention Dive into that ocean of your love, oh Let me show you just how much I want ya [...]
Oh, I could get lost in a heartbeat I can get lost in your body Can’t take my eyes off you, baby Let me love you, baby
— ZAYN
Amor /ô/ Substantivo masculino 1. Forte afeição por outra pessoa, nascida de laços de consanguinidade ou de relações sociais. 2. Atração baseada no desejo sexual. 3. Relação amorosa; caso, namoro. “sabíamos tudo sobre os seus a.” 4. Afeição baseada em admiração, benevolência ou interesses comuns; forte amizade. “a. pelos antigos colegas” 5. Sentimento que Kai e Maya sentem um pelo outro.
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Kai Lukas Havertz Londres, Inglaterra.
Os últimos dias têm sido um verdadeiro inferno, uma sucessão de momentos que parecem não passar nunca.
O segundo jogo contra o Real Madrid foi como uma montanha-russa emocional, uma luta intensa que apenas aumentou a sensação de agonia que tenho sentido.
Lembro-me do jogo como se fosse um borrão de emoções.
O campo iluminado, as arquibancadas repletas de torcedores empolgados e a pressão quase palpável no ar. Marcamos um gol no primeiro tempo, graças a Mason, e por um momento, havia uma faísca de esperança no ar.
No segundo tempo, a tensão aumentou. Um gol de Rüdiger, outro anulado por centímetros, e então um gol magnífico de Timo. Era como se estivéssemos prestes a virar o jogo, a dar a volta por cima. No entanto, essa esperança foi rapidamente esmagada.
O Real Madrid marcou um gol, depois outro, ambos como punhais no coração da nossa equipe. O gol de Rodrygo e o segundo de Benzema foram como um golpe cruel que nos deixou atordoados. Apesar de termos vencido o jogo em termos de placar, o placar agregado ainda favorecia os merengues, com um doloroso 5 a 4.
E para adicionar mais frustração a esse cenário, eu consegui levar um cartão amarelo. Uma decisão do árbitro que parecia injusta e desnecessária naquele momento. A frustração e a raiva acumuladas durante o jogo pareciam explodir em mim.
Pelo menos estamos na semifinal da Copa da Inglaterra, e ao que tudo indica, se ganharmos, a final será contra o Liverpool.
Apesar disso, o fato de Maya não ter comparecido ao jogo contra o Real Madrid só aumentou a sensação de vazio que venho sentindo. Já se passaram três ou quatro dias desde a nossa briga, ou talvez cinco – honestamente, perdi a noção do tempo. Parece que uma eternidade se passou desde que a vi pela última vez.