Aqui escrevemos pequenas e incontinuas histórias envolvendo o adolescente pobre JJ Maybank, morador de uma ilha, que põe sua vida em risco junto ao seu grupo de amigos em busca de ouro. Há aqui somente um pequeno diferencial: você existe.
(Pedidos f...
PLOT: Depois de descer do ônibus em um ponto desconhecido para fugir de um grupo de meninos assediadores tarde da noite, na chuva, você liga para os seus namorados pedindo ajuda. (Trisal).
GÊNERO: Básico de Angústia/Conforto. Fofo. Wrn: assédio. Óbvio. (Rafe não é um desgraçado aqui)
IDEIA: LetciaBrito197 (flor eu me senti na liberdade de inventar o plot porque pra mim o pedido só ia funcionar se houvesse alguma situação acontecendo, então desculpa qualquer coisa, viu?)
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— Porra, dirige mais rápido essa merda! — JJ reclamou enquanto tentava te ligar novamente, mas por conta da chuva o sinal estava péssimo.
— Pra onde, inferno? Me dá uma direção que eu dirijo. — Rafe rebateu batendo no volante, estressado.
— Que merda, o que ela tem na cabeça? — os celulares dos dois meninos estavam apoiados na coxa de JJ enquanto ele tentava te telefonar pelos dois — Droga de chuva!
Minutos antes você havia telefonado desesperada para JJ, dizendo que estava muito escuro e você não conhecia o ponto onde parou. Logo o menino perguntou confuso por que você desceu em um ponto desconhecido e então a ligação começou a travar. Já se passava das onze da noite e tudo que os meninos sabiam era que você estava em algum ponto de ônibus. Informação que não vale de nada considerando a quantidade de pontos que tem.
Quando o garoto ouviu o som de notificações ele diretamente olhou para o celular desbloqueado de Rafe com o nome "Minha Garota" brilhando na tela.
— Ela mandou uma localização. — JJ praticamente agarrou o celular, posicionando na frente de Rafe que assim que viu as direções, começo a acelerar o carro. — Droga, que merda tá acontecendo?
A cabeça dos meninos queimava de preocupação. A sua voz trêmula repassava de novo e de novo na cabeça de JJ, e cada vez que Rafe via o quão molhada e escura a rua estava, seus braços se tensionavam envolva do volante.
Eles agradeceram internamente por você estar razoavelmente perto.
— O que ela te disse na ligação? — era a décima vez que ele perguntava.
— Cara, eu já falei! Ela ligou, disse que estava perdida em algum ponto. Eu perguntei por que ela desceu em um ponto que ela não conhece e a porra da ligação caiu.
Rafe chacoalhou a cabeça, focando em dirigir e chegar até você.
— Que rua agora?
— Esquerda. Ela deve estar bem ali no final.
Assim que eles dobraram a esquina, foi possível ver você encolhida no banco, encharcada da chuva e sendo iluminada apenas pela luz fraca do poste. Era uma rua deserta de um bairro não muito seguro, e você estava agarrada aos próprios joelhos, tremendo de frio.