Aqui escrevemos pequenas e incontinuas histórias envolvendo o adolescente pobre JJ Maybank, morador de uma ilha, que põe sua vida em risco junto ao seu grupo de amigos em busca de ouro. Há aqui somente um pequeno diferencial: você existe.
(Pedidos f...
PLOT: JJ está desesperado para passar de ano e precisa da sua ajuda, e os pogues, achando graça, decidem apostar encima disso. Se JJ conseguir dormir com você, ele ganha uma prancha novinha em folha. Além de transar com a garota, ele ainda ganha uma prancha e tira notas altas. O que ele tinha a perder?
GÊNERO: Romance. Angústia. Conforto. Eu peguei tudo e bati no liquidificador.
CONTEXTO: Você e JJ estudam na mesma sala. Você é a aluna prodígio e ele... é ele.
IDEIA: .
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- Qual é? Eu faço qualquer coisa, eu juro! É só falar.
- Não vai rolar, JJ Maybank. - você respondeu caminhando para fora da escola, mas JJ não desistiu.
- Você vai me deixar reprovar? Pensei que você era uma pessoa legal.
Você revirou os olhos com força, carregando seus livros nos braços enquanto esperava o farol abrir para poder atravessar. JJ esbarrou em você sem querer e derrubou a maioria deles na rua. Ele bateu na própria testa, segundos depois se abaixando para recolher todos.
Antes que ele pudesse se ajeitar você puxou os livros da mão dele.
- Eu não gosto de você. - você se aproximou, falando muito séria.
O farol abriu e você atravessou, sendo seguida pelo loiro.
- Não estou te pedindo pra gostar de mim. Mas poxa, me ajuda! - o menino jogou o cabelo para trás, ele tentava jogar charme pra você mas você nem o encarava. - Eu vou carregar sua mochila e os seus livros todos os dias.
- Eu sou completamente capaz de carregar minhas coisas obrigada.
Você virou a esquina, indo em direção a biblioteca pública da cidade. Não era sua ideia, a princípio. Mas você decidiu não andar até em casa, visto que estava sendo seguida pelo loiro e que se ele descobrisse seu endereço te inferzinaria muito mais do que já está fazendo.
- Eu prometo que vou ser um bom aluno! - ele implorou, andando atrás de você como um cão abandonado.
- Se você fosse, não precisaria da minha ajuda agora.
Ele revirou os olhos.
- Eu não sou burro, eu juro. - o tom em que ele disse isso te fez sentir dó. - Eu não sei o que acontece, quando eu entro naquela sala meu cérebro desliga e eu não entendo mais nada.
Você empurrou a porta da biblioteca, ouvindo o sino tocar. Logo o sino tocou novamente e você sabia que Maybank estava bem atrás de você, de novo.
Antes que ele começasse a falar você se virou e colocou a mão encima da boca dele.
- Aqui é pra fazer silêncio! Se eu for banida desse lugar por sua causa eu mato você.
Você murmurou raivosa, então puxou o menino pelo tecido da blusa nos corredores biblioteca. Logo atrás de uma das maiores prateleiras, haviam mesinhas e cadeira com algumas pessoas envolta, lendo seus próprios livros.