Aqui escrevemos pequenas e incontinuas histórias envolvendo o adolescente pobre JJ Maybank, morador de uma ilha, que põe sua vida em risco junto ao seu grupo de amigos em busca de ouro. Há aqui somente um pequeno diferencial: você existe.
(Pedidos f...
PLOT: JJ, que sempre foi bom em te incomodar — era o único jeito que ele conhecia de chamar sua atenção—, decide fazer isso logo no dia em que você foi demitida. E como pedido de desculpas, ele consegue seu emprego de volta.
GÊNERO: Fofo. Não sei.
CONTEXTO: JJMaybank × Leitora. (Sem relação estabelecida).
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Aos domingos ele sempre ia te ver, por algum motivo desconhecido por você. Todos os dias da semana ele no mínimo cruzava seu caminho enquanto você ia para casa, mas aos domingos ele parava especificamente na frente do seu trabalho. Ele estacionava o carro velho na frente do restaurante que você trabalhava e te esperava sair. Algumas vezes você aceitava caminhar na praia com ele, outras vezes você até recebia uma carona até em casa. Mas hoje não era o dia. Hoje você só preferia que ele não viesse.
Mas ao ver ele parado encostado no carro, suas esperanças foram embora.
— Uau, que cara é essa? — ele perguntou zoando. — Parece uma cara de "queria cuspir na comida de alguém".
— Hoje não, Maybank.
— Opa, não vai zoar de volta? — ele juntou as sombrancelhas, vendo você passar reto por ele e se sentar na calçada. — Estranho.
Você ficou ali parada, ainda usando uniforme e segurando sua bolsa. JJ continuou te olhando e sem saber o que fazer, enquanto você parecia ficar mais chateada a cada segundo que passava.
— Vai ficar aí?
Você peguntou em um tom mais estressado do que gostaria.
— A rua é pública. – ele disse calmo enquanto se aproximava para se sentar ao seu lado, o tom de sarcasmo indo embora. — O que aconteceu?
— Nada, droga! — você respondeu, mais brava do que esperava. Você queria ficar sozinha.
Ele não gostou de te ver assim.
— Vai, fala logo. — JJ incomodou empurrando seu ombro e você revirou os olhos.
— Eu fui demitida. Gostou de saber? Vai me deixar em paz agora?
O rosto dele se fechou enquanto ele ficava curioso.
— Por quê? — você não respondeu, afundando seu rosto nos seus joelhos. – Você que faz aquela merda funcionar, isso nem faz sentido.
— Não importa. — você ignorou virando o rosto para o outro lado mas ele usou a mão para trazer seu rosto de volta para o radar dele.
— Ei, — ele disse calmo. — me conta. — no olhar dele não havia nenhum pingo de brincadeira, e sabendo que ele não zoaria com a sua cara, você decidiu falar.
— Um riquinho idiota estava fazendo birra hoje cedo, reclamando sobre a bebida dele ou sei lá que merda. E o meu chefe preferiu me demitir do que lidar com isso.