Aqui escrevemos pequenas e incontinuas histórias envolvendo o adolescente pobre JJ Maybank, morador de uma ilha, que põe sua vida em risco junto ao seu grupo de amigos em busca de ouro. Há aqui somente um pequeno diferencial: você existe.
(Pedidos f...
PLOT: Você e JJ se reunem pra beber todos os sábados de tarde na praia. Ele não te conhece bem, mas não abre mão de te ver toda maldita semana. Tudo que você deixa JJ ter de você é a sua versão bêbada e sarcástica. Isso se torna difícil com o passar do tempo.
GÊNERO: Fofo, angústia, romance.
CONTEXTO: JJ × Pogue!Leitora (eles não se conhecem, eles só se reúnem pra beber na praia).
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— Qual é o seu filme favorito? — JJ perguntou esperançoso, abrindo outra garrafa de cerveja.
Você olhou desinteressada, como se essa fosse a pergunta mais estúpida que você já ouviu.
— Por quê? — você nem sabia se você tinha um filme favorito.
— Dizem que dá pra conhecer muito uma pessoa pelas coisas que ela gosta de assistir.
Com o passar do tempo, JJ aprendeu a beber menos. Antigamente quando vocês se encontravam, a cada lata que você bebia, ele bebia três. Hoje em dia ele se esforça pra ficar sóbrio pra conseguir aproveitar um pouco mais o momento com você. E você, por outro lado, não dava a mínima pra ele.
— Meu Nome Não É Johnny.
JJ ficou realmente supreso ao ouvir você responder. Ele esperava que você fosse fazer alguma piada besta e desviar o assunto. Ou beber quieta, igual a maioria das vezes.
— Por quê?
As mãos dele até suaram ao perceber que você de fato tinha se colocado para conversar hoje.
— Porque meu nome realmente não é Johnny. — dando mais um gole na garrafa, você deixou uma risada curta escapar. A cara de JJ saiu de um sorriso para um rosto derrotado.
Ele apoiou a garrafa dele na areia, se aproximando do seu corpo.
— Fala comigo. — ele pediu, mas Deus sabe que aquilo era uma súplica. — Me deixa entrar! Só uma vez.
Você não queria nada com a vida. Você não tinha sonhos para o futuro. Pra ser realista, você tinha, mas eles foram esmagados muito tempo atrás. Com a notícia de uma doença que acabaria com você em questão de anos, você desistiu de tudo. Deixou de lado o seu sonho de explorar o mundo. Deixou morrer o seu sonho de ser jornalista e parou de estudar. De que adianta toda essa merda, afinal? Agora você trabalha o suficiente pra conseguir ter uma casa e a sua dieta se baseava em cerveja e besteiras. Nada além disso realmente chamava a sua atenção. Pra ser sincera, você só queria que isso acabasse logo, pra você poder descansar. Porque você não tinha nada a perder.
Com JJ a centímetros do seu rosto, você sentiu vontade de beijá-lo. E você pensou consigo mesma eu sei que ele quer, então por que eu não faria? E de certa forma, você se sentia mal porque você sabia o quanto aquele menino era apegado em você, e você sabia que ele iria ficar em desespero quando você simplesmente não aparecesse mais. Mas você foi egoísta, e beijou.
O garoto se sentiu um passo mais perto do céu. Irônico, já que quem realmente estava perto do céu era você. E ele se permitiu te beijar como se ele já te tivesse, como se ele não estivesse lutando para conseguir uma simples resposta da sua boca segundos atrás. Ele te empurrou para trás, suas costas sentiram a areia, e ele continuou te beijando. A intimidade da cena fazia alguns carros quase perderem a direção do volante quando eles passavam rápido por aquela praia. Ele aproveitou, para dizer o mínimo.
Rápidas interrupções do beijo, somente para respirar, e ele se permitiu segurar a sua cintura. JJ estava eufórico, feliz pra dizer o mínimo, e já triste pensando no momento em que ele teria que ir para casa.
Ele te levaria para a casa dele se ele pudesse, ele te levaria para o Castelo se os Pogues não estivessem lá, mas obviamente JJ não faria sexo com você na praia. Não que ele seja contra, mas ele já foi preso uma vez. Ele meio que pedia internamente para que você o convidasse para a sua casa, mas você nunca faria isso.
E enquanto o loiro te beijava, enquanto ele passava a mão pelo seu corpo, tudo que você conseguia pensar era qual é meu filme favorito? Chegava a ser injusto com ele, que estava tão imerso no momento, mas você não conseguia focar.
Você empurrou o garoto para longe, e ele se assustou a princípio, achando que tinha feito algo de errado. Mas não, você só tinha cansado dele mesmo. Então você voltou a beber, e, sem saber o que fazer, ele também. E dessa vez ele se deixou beber muito. Se tornou uma competição implícita entre vocês. Vocês começaram a abrir e virar as latinhas como se estivessem desesperados, e a pilha que se formava ao seu lado era nitidamente maior que a dele.
Até cair. Essa foi a definição mais autoexplicativa de beber até cair. E o dia nem tinha acabado. Mas no momento em que você deitou a cabeça no colo do garoto, ele sabia que ficaria ali até você acordar. Ele não tinha pra onde te levar e não te deixaria ali sozinha, nem se a vida dele estivesse em risco. Ele já te viu nesse estado um milhão de vezes. Pra ser sincero, ele te via mais bêbada do que sóbria, e ele não sabia se gostava disso ou não.
JJ não queria mais voltar. Ele não queria mais te ver assim e não poder fazer nada. E quando ele estava quase desistindo, e pensando em jeitos de te falar que ele não voltaria aqui, você abriu a boca.
— Eu acho que é Clube da Luta. — você resmungou arrastado. — O meu filme favorito.
O peito dele bateu com mais força, enquanto ele só concordava e voltava a mexer no seu cabelo. Era fato que ele queria mais. Mais de você. Mais informações, mas ele não iria forçar a barra. E se o seu filme favorito era de um homen sem grana que desenvolveu uma segunda personalidade para traficar produtos de produção de bomba, ele não sabia nada de você por causa disso. Mas ele estava feliz de ter uma resposta.
Os dias passaram.
E ele pensava em você o tempo todo. No trabalho, em casa ou quando estava fumando. Ele pensava tanto em você que os pensamentos começavam a se repetir. Quando enfim chegou o sábado, de manhã, ou invés de comprar três engradados de cerveja, ele desviou e passou na locadora. Ele pegou vários filmes que ele estava afim, e ele não se permitiu esquecer de um em específico.
— Com licença; — JJ chamou a atendente. — Aqui tem Clube da Luta?
Ele só precisava de uma chance.
🤍 cara, não elaborarei. Vou entregar mais um pedido hoje, e queria falar p vcs q eu não tô seguindo a ordem de qual foi pedido antes e qual foi pedido dps. Eu tô fazendo conforme o coração manda, mas eu garanto q todos vão ser escritos. Bjinhos 💋