33. security camera recordings

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CAPÍTULO TRINTA E TRÊSgravações da câmera de segurança

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CAPÍTULO TRINTA E TRÊS
gravações da câmera de segurança.

LIGUEI UM DOS COMPUTADORES na sala da segurança e me acomodei na cadeira, estava me sentindo inquieto e nervoso, ao mesmo tempo que queria saber o que havia acontecido naquele quarto na noite de Natal, eu também não queria

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LIGUEI UM DOS COMPUTADORES na sala da segurança e me acomodei na cadeira, estava me sentindo inquieto e nervoso, ao mesmo tempo que queria saber o que havia acontecido naquele quarto na noite de Natal, eu também não queria.

Passei a mão no rosto e respirei fundo, a presença de Ophelia ao meu lado me deixava levemente mais tranquilo, mas eu sabia que ela estava tão nervosa quanto eu.

─ Está aqui... – Murmurei, mas não dei play. Eu realmente não queria ver aquilo, mas eu precisava provar para a minha mulher que eu sou inocente.

─ Jacob, eu posso ver isso sozinha, você não-

─ Eu preciso! – Interrompi minha cunhada, clicando na pasta com o vídeo da data da noite de 24/12/2024.

Tentei manter meu corpo o mais relaxado possível, mas o gosto amargo em minha boca me fez fazer uma careta. Segundos depois, as imagens começaram a rodar e Lia puxou uma cadeira, sentando-se ao meu lado. No começo, apenas eu estava no quarto, deitado na cama de olhos fechados, vendo agora, como telespectador, era nítido o quão dopado eu estava.

Assistir Serena entrando em meu quarto foi como levar um soco no estômago, o pior ainda vou ver ela se aproximar de mim e inclinar seu corpo sobre o meu, deixando nossos rostos a centímetros de distância. Eu não me mexi na gravação, mas agora, meu corpo se mexia desconfortável e incomodado ao ver aquilo.

A mulher começou a tirar meu blazer e depois, desabotoou minha camisa com movimentos lentos. Eu podia ver cada detalhe, e aquilo me dava nojo. Nojo de Serena, de mim mesmo por ter baixado a guarda e chegado naquela situação. Quando ela tirou meus sapatos e depois a calça, me deixando só de cueca, senti o gosto de bile subindo pela minha garganta.

─ Isso é... – Comecei, mas minha voz falhou.

─ Abuso. Eu sei. – Ophelia murmurou, sua mão agarrou a minha, dando um aperto. Seus olhos verdes estavam raivosos e fixos na tela do computador. ─ Essa desgraçada vai passar um bom tempo presa.

✓ | 𝑮𝑼𝑨𝑹𝑫𝑨-𝑪𝑶𝑺𝑻𝑨𝑺 ─ 𝓸𝓇𝒾𝓰𝒾𝓷𝒶𝓁  𝓼𝓉𝓸𝓇𝓎Onde histórias criam vida. Descubra agora