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CAPÍTULO TRINTA E SETE por ela.
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MINHA MULHER estava ali, agarrada em meus braços como se eu fosse seu último fio de segurança em um mundo prestes a desabar. Fechei os olhos por um instante, absorvendo o calor de seu corpo e inalando seu perfume delicado. Aquele cheiro – aquele que eu vinha desejando sentir desde que tudo desmoronou. Meu braço apertou sua cintura de forma protetora, e eu desejei que esse momento pudesse durar para sempre.
— Me desculpa... – Olívia sussurrou entre soluços, sua voz falhando. — Me desculpa por não ter te ouvido... por não ter ficado com você naquela noite...
Engoli seco, tentando afastar o nó na garganta enquanto murmurava contra o topo de sua cabeça.
— Shhh, tá tudo bem, amor.. – Murmurei baixinho contra o topo da minha cabeça. Abri meus olhos, fixando-os em Thomas. — Você tá comigo agora, meu anjo. E eu nunca vou deixar ninguém te machucar de novo.
E em questão de segundos, tudo se passou como um borrão. Thomas levou uma das mãos até a parte de trás da calça e puxou uma pistola. Sem pensar, empurrei Olívia para trás de mim, ficando entre ela e o loiro.
— Fica atrás de mim, Olívia! – Ordeneu, minha voz firme e alta. Eu não conseguir tirar meus olhos do homem com sorriso sínico em minha frente
— Que tocante... – Thomas zombou, com a arma apontada para mim.. — Mas você não vai sair daqui como o herói, O'Connell.
— Ah, é? Quer pagar pra ver? – Desafiei, apertando meus dedos ao redor da arma, rapidamente engatilhando ao notar Thomas se aproximar. — Se você der mais um passo sequer, eu juro que estouro sua cabeça.
— Nossa, não precisa de toda essa agressividade, meu caro amigo! Desse jeito parece que você nem gosta de mim. – Ele colocou uma mão no peito, fingindo estar ofendido.
Contive minha vontade de revirar os olhos, qualquer mísera distração poderia custar a vida do meu anjo.
— E quem é que gosta? – Perguntei de forma retórica, arrancando um riso debochado dele.