35. sink with this guilt

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CAPÍTULO TRINTA E CINCOafundar com essa culpa

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CAPÍTULO TRINTA E CINCO
afundar com essa culpa.

A PRIMEIRA COISA QUE senti quando recobrei a consciência foi uma dor de cabeça infernal

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A PRIMEIRA COISA QUE senti quando recobrei a consciência foi uma dor de cabeça infernal. A dor era tanta que parecia que alguém estava martelando diretamente dentro do meu crânio. Tentei abrir os olhos, mas logo os fechei rapidamente ao sentir a luz amarelada me cegar por alguns segundos.

Fiz uma careta e abri os olhos novamente, ficando confusa ao ver que estava em um local estranho e que fedia a mofo. Senti meu nariz coçar e tentei esticar minha mão, mas ao tentar me mexer, percebi que algo os mantinha presos. Olhei para baixo, arregalando os olhos ao ver que ambos os meus pulsos estavam presos com cordas aos braços da cadeira de madeira.

O pânico começou a tomar conta de mim. Olhei ao redor nervosa, meu coração acelerando aos poucos ao notar melhor o local. Havia uma única lâmpada pendurada no teto, balançando suavemente, iluminando mal o ambiente. O cheiro de poeira e umidade me dava náuseas.

Fechei os olhos com força, tentando organizar os pensamentos. Minha memória parecia um borrão, e a dor de cabeça só atrapalhava ainda mais. Senti minha respiração começar a ficar pesada, lágrimas começaram a brotar em meu olhos, dificultando minha visão.

Foi então que em meio às tentativas de controlar o começo de um ataque de pânico, minha mente foi se acalmando e aos poucos, flash do que eu havia feito começava a aparecer.

Eu estava em casa. Não, eu saí de casa. Saí com Thomas. Lembrei da expressão irritada em seu rosto enquanto falava algo sobre Jacob e Ophelia. Jacob. Ele estava lá, perambulando pela casa com Ophelia, ver aquilo me deixou desconfortável, inquieta e lembrar daquilo só me fez sentir tudo aquilo outra vez. Por que estavam tão grudados?

Lembrei também que Emma e eu havíamos combinado de fazer compras e almoçar no shopping. E foi exatamente por isso que saí de casa.

Emma estava sendo uma ótima cunhada e uma amiga melhor amiga. Ela estava me fazendo companhia desde a fatídica noite de Natal, sempre tentando me fazer esquecer e tentando me fazer acreditar que Jacob jamais seria capaz de fazer tais coisas. Eu sinceramente não sei mais no que acreditar.

✓ | 𝑮𝑼𝑨𝑹𝑫𝑨-𝑪𝑶𝑺𝑻𝑨𝑺 ─ 𝓸𝓇𝒾𝓰𝒾𝓷𝒶𝓁  𝓼𝓉𝓸𝓇𝓎Onde histórias criam vida. Descubra agora