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01. private security

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CAPÍTULO UMsegurança particular

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CAPÍTULO UM
segurança particular.

SORRI PARA O MOTORISTA quando ele abriu a porta do carro após parar na garagem de casa, puxei minha bolsa e desci do veículo

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SORRI PARA O MOTORISTA quando ele abriu a porta do carro após parar na garagem de casa, puxei minha bolsa e desci do veículo. Enquanto caminhava em direção à enorme porta de casa, observei ao redor, vendo os inúmeros funcionários trabalhando. Quando digo que a porta é enorme, não estou exagerando — é cinco vezes maior que uma porta comum.

Era algo desnecessário, mas Serena Donovan, vulgo minha mãe, sempre foi conhecida por seu gosto extravagante. Agora que meu pai está concorrendo à prefeitura de Nova York, ela parece mais empenhada do que nunca em exibir o sucesso da família Belmont-Donovan.

Antes que eu pudesse alcançar a maçaneta, a porta se abriu suavemente. Julieta — nossa governanta e minha eterna babá — estava à espera, com seu sorriso acolhedor de sempre.

— Bem-vinda, senhora Belmont. – Disse ela em um tom suave, estendendo a mão para pegar minha bolsa. Sorri e a abracei carinhosamente.

— Julie, você sabe que não precisa ser tão formal comigo. Você praticamente me criou. – Murmurei, beijando seu rosto enquanto a via corar levemente.

— Velhos hábitos, querida. – Respondeu ela, fechando a porta atrás de mim. — Posso levar sua bolsa?

— Está pesada, eu carrego. Não se preocupe. – Digo, e ela assentiu com um aceno discreto.

Caminhei lentamente em direção às escadas, sentindo o cansaço pesar sobre meu corpo. Tudo o que eu queria era me jogar na cama e dormir. Mas, antes que meu pé tocasse o primeiro degrau, a voz suave de Julieta me fez parar.

— Olívia, seus pais pediram para você ir ao escritório.

— Ah, meu Deus... O que eu fiz dessa vez? – Franzi a testa, largando a mochila ao pé da escada. Julieta riu, balançando a cabeça.

— Nada, querida. Seu pai disse que é algo importante. Recomendo que não demore.

Soltei um suspiro longo, passando as mãos pelo cabelo, e me virei em direção ao corredor. Atravessei a sala, que, claro, era tão desproporcionalmente grande quanto todo o resto da casa. Os sofás de couro italiano estavam perfeitamente alinhados, o lustre de cristal no centro parecia ter saído de uma revista de decoração, e o piso de mármore brilhava sob os holofotes embutidos no teto.

✓ | 𝑮𝑼𝑨𝑹𝑫𝑨-𝑪𝑶𝑺𝑻𝑨𝑺 ─ 𝘰𝘳𝘪𝘨𝘪𝘯𝘢𝘭 𝘴𝘵𝘰𝘳𝘺Histórias para pegar e não largar. Descubra agora