Atualizamos nossas Diretrizes de Conteúdo.
Consulte as diretrizes mais recentes para continuar compartilhando histórias com segurança.

14. fear

483 38 72
                                        

CAPÍTULO QUATORZEmedo

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

CAPÍTULO QUATORZE
medo.

AS PESSOAS AO MEU REDOR me encaravam com nojo e desprezo

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

AS PESSOAS AO MEU REDOR me encaravam com nojo e desprezo. Eu estava parada no meio do corredor ouvindo murmurando e recebendo dedos apontados em minha direção. Que droga tá acontecendo?

Olhei ao redor sem entender nada. Por que estavam fazendo aquilo? O que eu havia feito? Havia três garotas perto, ambas as três rindo e apontando enquanto alternavam o olhar entre mim e o celular.

Sem me conter, fui até elas e tomei o celular da garota que estava no meio. Eu não fazia a menor ideia de quem ela era e agora, essa era a última coisa que eu queria saber.

— Além de uma atirada, também é mal educada. – Ela falou, alto o suficiente para todos que estavam ali pudessem ouvir.

A ignorei, rolando a tela e percebendo que era o feed do site de fofocas da faculdade. Arregalei os olhos ao ver fotos minhas com chifrinhos de diabo desenhados e frases vulgares e muitos xingamentos. Senti minhas mãos tremendo e o coração acelerado, que porcaria era aquela e quem tinha feito aquilo?

Empurrei o celular contra o peito da garota e me virei, olhando para frente e vendo Jacob parado no meio do pátio enquanto olhava para mim. Meu Deus, ele tinha visto aquilo. Ofeguei sentindo as lágrimas se acumulando em meus olhos e em questão de segundos, Jacob estava parado em minha frente.

Minha vontade de chorar triplicou ao sentir as mãos grandes de Jay tocando meu rosto.

— Vou te tirar daqui, tá bom?

Pisquei rápido, contendo minha vontade de abraçá-lo ali mesmo e chorar como um bebê. Fiquei encarando ele, eu não conseguia me mexer, não conseguia falar. Eu estava envergonhada, queria me enfiar num buraco e nunca mais sair. Os dedos de Jacob desceram e fizeram uma leve pressão em minha nuca, me acordando do transe.

Balancei a cabeça, concordando com sua ideia de me tirar dali. Era o que eu mais queria agora. Depois disso, tudo não passou de um borrão e quando notei, eu estava no carro, encolhida no banco do carona e chorando feito um bebê.

✓ | 𝑮𝑼𝑨𝑹𝑫𝑨-𝑪𝑶𝑺𝑻𝑨𝑺 ─ 𝘰𝘳𝘪𝘨𝘪𝘯𝘢𝘭 𝘴𝘵𝘰𝘳𝘺Histórias para pegar e não largar. Descubra agora