cap 28

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Jeon Jungkook

Atualmente

Bom, hoje faz um mês que estou aqui, realmente Jimin estava muito mal, mas vi uma pequena melhora significativa. Eu falo com a médica dele e ela disse que ele ainda está em um estado não muito bom, mas ele melhorou bastante.

Descobri que ele não está indo com frequência ao hospital, ele continua sendo muito teimoso.

Agora estou parado na frente da cafeteria, vendo ele falando com o amigo dele, falando sério, gostei muito dele não, parece que fica dando em cima do meu ômega.

Meu ômega parece mais palido que o normal, vejo ele conversando com o amigo dele sobre alguma coisa dele.

Vejo ele olhar para cá e eu me viro rapido, quase que ele olha.

Volto a olhar e ele já não esta ali.

Logo recebo uma ligação.

- Jungkook, estão te procurando pelo país inteiro, eles querem que você fale com eles - escuto Namjoon do outro lado.

- fala para eles que podem me ligar, eu não posso testemunhar online? - ele murmura um sim do outro lado - avise o Hoseok e fale para dizer isso - digo e ele murmura um sim e desliga.

Volto a olhar para dentro e vejo o ômega trabalhando.

Nessas 4 semanas eu fiquei muito ansioso para velo, queria tocá-lo de qualquer forma, mas não podia, não agora, eu devia esperar mais um pouco, só mais um pouco.

Ele estava tão frágil e eu não podia fazer nada, não podia o encher do meu cheiro, não podia o abraçar até ele falar chega, fazer cócegas como sempre fazia, beijar ele até não aguentarmos mais. Presciso senti-lo, presciso tocá-lo, eu necessito dele....

Meu lobo já tentou tomar meu corpo várias e várias vezes, apenas para ir atrás dele, mas eu não deixei, não posso, não agora.

Respiro fundo e saio de onde estou e vou até o outro lado da rua, aonde havia um pequeno bar.

- bom dia - digo e a mulher a minha frente me olha.

- bom dia, o que deseja? - ela pergunta meio sensual.

- uma água por favor - respondo seco olhando para seus olhos, a mulher estava quase arrancando seus peitos daquela roupa.

Ela se vira e pega uma garrafa e me entrega.

- 4 dólares - pego minha carteira e entrego o dinheiro.

- obrigado - agradeço e saio do estabelecimento sem nem olhar para ela.

Fico um tempo ali mechendo no meu celular encostado na parede esperando igual a todos os dias. Mas vejo um ômega fragil e com a barriga grande saindo da lanchonete cambaleando.

Ele respira fundo e vai para atravessar a rua, ele para no meio do caminho e eu corro até ele, consigo pegar ele no colo a tempo.

Quando encostei nele senti um choque, uma eletricidade passar por nós, meu lobo sorriu por dentro, mas eu chorei, ele está gelado, fraco, sem forças, meu pequeno.

Sir Mask - Jikook - aboHistórias para pegar e não largar. Descubra agora