CAPÍTULO 71

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Depois de me expor em carne viva para Christopher mais uma vez, e estar cada vez mais envolvida e apaixonada por aquele homem, que se tornou o meu mundo, se passou alguns dias e finalmente havia chegado o dia do tal jantar beneficente

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Depois de me expor em carne viva para Christopher mais uma vez, e estar cada vez mais envolvida e apaixonada por aquele homem, que se tornou o meu mundo, se passou alguns dias e finalmente havia chegado o dia do tal jantar beneficente.
​Christopher me esperava pacientemente na sala, enquanto eu me analisava pela enésima vez no espelho. Respirei fundo, e me preparei para a missão. Eu e Christopher nos tornamos oficialmente namorados. Nos expusemos nas nossas redes sociais, e nesse momento, embora para a mãe dele, fossemos noivos, eu tecnicamente estava indo com meu namorado oficial, e não com meu noivo de mentira. Isso de certa forma me dava forças para continuar nessa palhaçada. E se antes, eu estava disposta a fazer de tudo para livrá-lo da megera da mãe dele e daquela escangalhada da Marcelle, agora eu estava muito mais que disposta, eu estava taxativa e irredutível, não iriam tirar meu homem de mim, nem que eu estivesse morta.
​Alinhei os últimos fios de cabelo num coque alto e elegante, passando meu batom cor de cereja, de forma milimétrica. Meu vestido longo, cor champanhe abraçava minhas curvas de maneira sensual e formal. O vestido ia até meus pés que calçavam uma sandália dourada, minhas costas estavam nuas até a altura do tórax, na frente, meus seios eram abraçados em um decote coração discreto, que se emolduravam pelo formato e volume que cobriam, as mangas iam até os pulsos, com transparência e glamour. Eu estava impecável, a Any foi a melhor na escolha desse vestido. Sai do quarto, encontrando o Christopher que estava com um smoking preto com gravata borboleta, seus cachos estavam perfeitamente alinhados para trás, exceto uma mecha fina rebelde que ondulava em sua testa, sua barba por fazer acompanhando o alinhamento dos seus cabelos, e seu cheiro inebriava a sala.
— Vamos? – anunciei minha chega o chamando.
​Christopher virou para mim, e o vi engoli a seco, me dando um sorriso totalmente malicioso. Retribui seu sorriso e ele veio até mim.
— Queria poder ficar aqui mesmo, e tirar esse seu vestido por cada botão, um a um. – ele falou, enlaçando minha cintura.
— ah, é? – sorri, dando um beijo em seu pescoço – você até pode tirar um a um, assim que voltarmos. – mordisquei o lóbulo da sua orelha, e ouvi o Christopher arfar.
— Caralho, Dulce! Já estou duro por você. – Christopher apertou sua pélvis na minha, esfregando seu pau duro em mim.
— Céus, Christopher! Vamos embora logo, antes que eu desista de tudo isso. – suspirei.
​Christopher riu e me deu um beijo casto, que não combinava nada com o calor que os nossos corpos meneavam.
— Você está mais que perfeita.
— Você também, meu amor.
— Vamos? – Christopher curvou seu cotovelo, me dando o braço.
— Sim. – respirei fundo – vamos!
​Christopher me deu um beijo no topo da cabeça e nós seguimos para o nosso martírio. O caminho no carro foi mais curto do que esperado. Ou eu que desejava que nunca tivéssemos chegado. O local estava bem iluminado, exalava a imponência e arrogância da mãe do Christopher. Saímos do carro, e Christopher entregou as chaves do carro ao chofer que estava na porta. Pessoas caminhavam em direção a entrada da casa de festas imponente. Adentramos, quando o Christopher entregou o convite e ele buscou nossos nomes da lista. Respirei fundo esperando o primeiro constrangimento da noite.
— Desculpe senhores, o seu nome está na lista – apontou para o Christopher – mas não encontro o seu nome. – me olhou – não posso permitir sua entrada, senhora.
— Leonel – Christopher chamou, olhando para seu nome do crachá – ela é minha noiva, e eu sou filho da Alexandra, como pode ver pelo sobrenome. Não sei se seria legal pra você ter uma desavença conosco. – Christopher piscou o olho para o segurança com deboche – acho melhor nós evitarmos uma confusão, sim?
​Olhei para o Christopher em seguida para o Leonel, que parecia refletir sobre as palavras dele.
— Tudo bem. Desculpe pelo transtorno. – Leonel deu espaço para que nós passássemos, liberando espaço na fita de segurança.

Amanha eu volto com mais, ta bem?
Obrigada pelas curtidas e comentarios anteriores. Sempre que puderem curtam e comentem, me estimula a escrever mais.
Beijao!

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