Capítulo 22

1K 124 39
                                        

Trent insistiu em me levar em casa e eu sei que era só uma desculpa,  para ele entrar em casa e me foder

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.


Trent insistiu em me levar em casa e eu sei que era só uma desculpa,  para ele entrar em casa e me foder. Mas hoje eu não queria minha cabeça estava cheia demais, ele nem sabia o que aconteceu e eu queria que ficasse assim.

— Tudo bem, podemos ficar juntos outra hora — ele disse ainda agarrado na minha cintura,  encostado no carro.

Minha noite definitivamente acabou depois daquilo. Não consegui mais me divertir ou pensar em outra coisa além dele.

Desgraçado.

Obrigada, eu preciso entrar — ele acenou e beijou minha boca.

Um beijo quente. Mas não era a mesma coisa, era como se meu cérebro não processasse seu beijo depois do que aconteceu.  Definitivamente era tão diferente,  agora eu vejo isso. Trent não era tão quente, tanto quanto ele. Não, não era para eu esta pensando nele agora, não quando estou com um cara gostoso desses na minha cola.

Não era a mesma coisa.

Trent não era ele.

Não era quente como ele.

Gostoso como ele.

Separei o beijo irritada por dentro. Caminhei para dentro de casa resmungando comigo mesma. Será que ele era real? Não, não era, talvez fosse só imaginação. Depois de tanto tempo vindo me atormentar. A casa estava silenciosa presumi que Antonella ainda estivesse trabalhando.

Eu só queria dormir e esquecer essa noite louca. Eu estava louca também,  meus sentimentos foram bagunçado mais voltariam para o lugar amanhã. Subi as escadas indo até meu quarto. Abri a porta e o vento frio envolveu meu corpo, mas algo estava estranho. Antes que eu acende-se a luz, eu podia sentir uma presença pesada ali.

Eu não estava sozinha.

Antes que eu pudesse recuar, algo avançou contra mim e eu gritei quando fui pressionada contra a parede de costas para a pessoa que me prendia.

— Não me machuque — disse com um fio de voz.

— Eu deveria por ser uma menina desobediente  — o tom era rouco e profundo.

Era ele novamente,  eu não estava ficando louca.

— Você — meu tom era de acusação — Como entrou aqui?

— Essa é a pergunta que menos importa. O que importa pra mim é saber, quem é ele? — sua voz era irritada.

— Você está falando do Trent? — deduzi.

— Eu sei o nome do filho da puta,  mas você dizendo fica pior — rosnou.

— Então por que perguntou? — zombei.

Isso era loucura, Perseus estava no meu quarto, no meio do escuro me questionando quem era o cara que eu estava ficando. Isso só podia ser loucura.

— Olha eu vou acender a luz e você vai sumir porque isso é coisa da minha cabeça louca! — ele se afastou um pouco e pude me mexer acender a luz.

TORMENTO †Onde histórias criam vida. Descubra agora