❌MONSTER ROMANCE ❌
Giulietta Caccino cresceu num lar extremamente religioso, onde tinha que seguir as regras a risca. Sem contato com as coisas mundanas, para não corrompe-la. Desde que nasceu teve como propósito em sua vida ser freira. E sua mãe se...
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Ravenna permanecia calada até o caminho da sua casa. Não queria esconder tantas coisas dela, mas fiz e agora estou pagando o preço. Quando parei em frente a sua casa ela foi rápida em tirar o cinto mas segurei seu pulso e ela me olhou.
— Saiba que o que sinto nunca foi uma mentira — encarei seus olhos verdes brilhantes.
— Demônios não sentem — se livrou do meu toque e bateu a porta.
Ah sim, querida. Demônios sentem mais do que os humanos, a única difração é que nossos sentimentos não são puros, altruístas e sensíveis. Minha obsessão por Ravenna nunca diminuiu um pouco sequer, nunca mudou ou apareceu outra pessoa para supri-la. Mesmo sem ela por duzentos anos, minha obsessão só aumentou.
Nunca amei Ravenna de um jeito normal, sempre fui egoísta ao deixá-la livre de mim. Dei partida assim que ela entrou apesar de não concordar onde ela mora não me meto, Antonella é boa para ela melhor do que Cristina. E falando nela estava na hora de lhe fazer uma visitinha, seu tempo estava acabando e eu deveria lembrá-la disso, lembrá-la que sua filha foi o centro de tudo.
Cristina nunca quis ser mãe nunca teve o desejo de cuidar de alguém além dela mesmo. Mas quando a pobre alma de Ravenna a escolheu não sabia disso, e Cristina só não abortou ela porque eu a impedi. Ninguém ousaria tirar a vida da minha mulher novamente. Lionel sempre foi diferente dela, mesmo Ravenna não sendo dele sempre a tratou como filha.
Ele nunca soube de nada eu conhecia suas intenções e sei que ela perto dele eu poderia confiar. Ele protegeria mas infelizmente sempre foi um frouxo em relação a Cristina, sempre fazendo tudo que ela mandava e eu sabia que prejudicaria sua relação com a Ravenna.
Ele que escolheu o nome dela mesmo não sendo o verdadeiro. Ele quis escolher um nome que lembrava Shakespeare então nasceu Giulietta. Eu não gostava da troca de nomes mas eu via como ele a amava como pai então fiquei calado, ele não era um monstro como Cristina e se ele a amasse então eu não impediria.
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Cristina estava no seu jardim cuidando das poucas flores tinha ela era tão ruim que mal nascia flores no seu quintal. Caminhei tranquilamente por ele e quando me viu assustou-se.