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Capítulo 27

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A criatura encima de mim grunhia como um animal, e mesmo sabendo que era Perseus o medo crescia no meu peito junto com a excitação

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A criatura encima de mim grunhia como um animal, e mesmo sabendo que era Perseus o medo crescia no meu peito junto com a excitação. Ele tinha chifres, garras, olhos negros como as assas de um corvo que saia linhas negras deles.

Eu deveria repudia-lo, deveria afasta-lo e sentir nojo, mas vê-lo nessa forma me deixava com tesão me dava vontade de tê-lo.  Eu estava com raiva dele, raiva por ter mentido,  me enganado, matado, por ser uma pessoa que nunca foi.

Ele estava quente e maior suas grandes mãos exploravam meu corpo com depravação apertando minha carne me fazendo gemer alto. Estávamos em um cemitério com meu corpo encima de uma lápide de algum desconhecido que provavelmente estaria se revirando no túmulo a essa hora.

— Perseus... — ele não me deixou ter tempo para reagir.

Parecia sedento por mim, pelo meu corpo, pela minha alma. Ele com suas garras rasgou minha blusa com brutalidade, tentei me ajeitar mais ele me impediu, rasgando também meu sutiã e atacou meus seios. Gritei ao sentir morder meu mamilo e depois chupa-lo com força.  Arqueei as costas e agarrei seus chifres com força.

Eles eram duros e ásperos, eram fortes. Perseus se ergueu-se desabotoando a calça relevando seu grande membro que parecia o dobro do tamanho, recuei um pouco mais ele agarrou meu tornozelo me impedindo.

— Nem pensar — avisou.

Ele ergueu minha saia e puxou minha calcinha a tirando me deixando expostas para ele, agarrou meus joelhos me abrindo mais e encarando minha boceta como um pervertido. Senti meu rosto corar com seu olhar maléfico sobre mim.  Eu ainda não acreditava que o iria deixar me foder naquela forma demoníaca mas eu estava ansiosa para senti-lo.

Perseus se meteu entre minhas pernas cobrindo meu corpo com o seu parecia uma muralha. Abri a boca quando seu membro começou deslizar para dentro de mim tão duro como uma barra de ferro, eu não iria suportá-lo daquele tamanho.

— Porra! — grunhiu com sua voz demoníaca.

— Eu não vou aguentar — afundei as unhas em seus ombros.

— Sim você vai! — esbravejou e agarrou minha coxa levando para a altura do seu quadril e empurrou mais — Você vai me tomar todo nessa sua boceta gostosa!

Afundou suas unhas na minha pele e eu gritei sentindo cada vez mais fundo. Cada estocada parecia que ele iria se fundir a mim.

— Linda, linda pra caralho! — gemeu e tomou meus lábios nos seus.

Eu não sabia o que sentir sobre ele, se ódio,  desejo, amor, desprezo. Era uma mistura de sentimentos que me levavam ao limite. Perseus sempre mexeu com minha cabeça desde que o vi naquele internato. E saber que nos conhecíamos bem antes disso faz total sentido minha obsessão por ele.

Eu não consigo raciocinar com ele dentro de mim, quando transamos. Não consigo dizer não a ele. Suas estocadas estavam cada vez mais fortes e meus gemidos altos se tivesse alguém por perto com certeza estavam nos ouvindo. Arqueei as costas me sentindo cada vez mais preenchida por ele. Estava me sentindo esticada pelo seu pau monstruoso que parecia me partir no meio.

TORMENTO †Histórias para pegar e não largar. Descubra agora