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Finalmente hoje é domingo. O único dia da semana que eu posso ficar em casa e não fazer absolutamente nada, pois é meu dia de folga no trabalho. E sim, meu expediente é de segunda a sábado, o dia inteiro. Sou jornalista de uma revista voltada para artistas aqui da Coreia do Sul. É como se eu fosse uma Leo Dias de Seoul(ok, estou brincando, porque eu não invado a privacidade dos famosos do jeito que ele faz).
Levanto da cama às 09hrs e vou direto para o banheiro fazer minhas higienes. Assim que finalizo, vou até a cozinha preparar um copo de café. De repente, escuto algo sendo arranhado. Isso significa que o baby da casa acordou, meu cachorro, Bucky. Escolhi esse nome pois ele é um Husky Siberiano. E, na minha cabeça fazia super sentido colocar Bucky por causa do personagem da Marvel que tem ligação com a Sibéria.
― Vamos passear, Bucky? ― o cachorro se animou. ― Sei que é chato ficar trancado nessa casa o dia inteiro.
Deixei a xícara de café na pia, resolvendo lavar a louça que sujei apenas quando eu voltasse do passeio - e esse é o lado bom de morar sozinha.
O cachorro de pelos branco e preto rodeava a mesa de jantar entusiasmado pelo primeiro passeio do dia.
― Vem cá garotão. ― o chamo para colocar a coleira, ele obedece. ― Está frio lá fora, você adora não é? ― converso com Bucky, como se ele pudesse me responder.
O nosso passeio durou cerca de trinta minutos. Sendo suficiente para o cachorro entrar em casa e se esparramar no tapete da sala. Eu achei graça.
Fui até a geladeira, pego uma garrafa de água gelada e despejo o líquido na tigela dele. Não preciso chamá-lo, pois assim que ele escuta o barulho da água caindo na tigela, ele vem depressa para se hidratar.
― Você nem comeu sua ração. ― comento, o Husky me olha. ― Eu sei, eu sei. Você come na hora que você quiser. Tal qual um adolescente rebelde. Mas se eu te der isso... ― ergo um petisco na mão.
Bucky balança o rabo alegre, colocando a língua para fora, como um cachorro pidão.
― AHÁ. Que esperto! ― ri. ― Primeiro a ração, depois o petisco. ― digo, apontando para a tigela de ração.
O cachorro olha para a comida e depois para mim. Por fim, ele obedece e come a ração. A melhor escolha que fiz foi tê-lo colocado em um centro de treinamento canino desde pequeno. Hoje ele é um cão bastante disciplinado.
― Bom garoto você é! ― dou o petisco dele, e deixo um carinho em seu pelo.
Assim que termino, volto para cozinha pra organizar o que baguncei mais cedo. Em seguida, me deito no sofá e ligo a televisão. Passo o restante da manhã assim, fazendo porra nenhuma. O tempo vai passando e o meu estômago começa a reclamar pedindo por alimento. Escolho algo no aplicativo de comida de um restaurante próximo de casa, a fim de que o pedido não demorasse a chegar. E, assim aconteceu. Almocei na companhia de Bucky, assistindo a uma série da netflix.