Cravos Rosas

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Notas inicias:

Ciao ciao amores hoje é quarta!
Olha eu postando de novo perto do Natal ヾ(; ̄Д ̄)ゞ

Sempre que bnha volta a ficar em alta eu volto também, esses boiolas conseguem me tirar do meu casulo.

Perdão as postagens longas, essa autora está passando por muita coisa e ela… não está bem, honestamente. Mas ainda estão comigo né?

Dessa vez atendi alguns pedidos e esse cap é um flashback 🙌 os outros eu tentarei trazer nos próximos também, então aguardem!

AVISO PARA VÔMITO NESSE CAPÍTULO e menções a aborto, mas é tudo muito leve, eu prometo 🙏 estejam avisados

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Cravos Rosas
(Amor Maternal)

O apartamento de Bakugou estava num silêncio tenso, numa calmaria depois de uma tempestade terrível.

O ambiente era tomado pelo cheiro de queimado das explosões.

Um suspiro molhado escapou, quebrado. As mãos tremiam, castigadas pela fúria que mais cedo se abateu sobre tudo. A raiva de antes deixara rastros: móveis queimados, objetos despedaçados, o caos cobrindo cada superfície do apartamento. Tudo ao preço da raiva descarregada mais cedo, um objeto após o outro, até que só sobrassem destroços fuligem por todo o apartamento.

A respiração que tinha se acalmado estava voltando a ficar irregular.

As mãos que antes abraçavam os joelhos se ergueram para esfregar o cabelo loiro com força, puxando os fios em pura frustração.

As palavras contidas na folha de papel invadiram sua mente como se o condenassem:

Teste de gravidez: positivo.

Outro suspiro desesperado escapou.

Bakugou havia feito tudo o que pôde.

O erro em primeiro lugar havia sido dos diretores daquele maldito experimento que se recusaram a dar qualquer explicação sobre o ocorrido a ele. Tinham dito que por motivos de erros técnicos da instalação, ele teve que sair do programa para a sua própria segurança. E não que algo assim havia acontecido.

Ele não se lembrava de nada, a última coisa que tinha consciência foi de tudo ter ficado preto quando os instintos assumiram. E quando acordou, não sentiu nada de diferente ou estranho em seu corpo, apenas parecia surrado e cansado, típico de uma luta ou quando perdia para os instintos. Nada irregular em seu radar.

Os desgraçados quiseram esconder isso dele, por qual motivo ele não sabia dizer.

Ele devia ter percebido antes. Devia. Talvez assim tivesse como agir.

Ele descobriu hoje que estava entrando na sexta semana, porque desmaiou de exaustão no final de um turno da madrugada de doze horas, pelo quarto dia seguido. Por sorte seus colegas o conheciam bem o suficiente para apenas o levarem para a clínica da agência e o deixarem em paz.

O que Bakugou julgou ser apenas a fadiga do trabalho acirrado de um recém-formado herói para subir na carreira, talvez algumas vitaminas baixas pela falta de tempo, voltou com um exame de sangue completo e um brinde na última página:

Blooming FlowersHistórias para pegar e não largar. Descubra agora