Angélica

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Nota inicial:

Ciao ciao ~✿ quartou abores!

Eu sei que vcs queriam um episódio na praia, mas honestamente não me agrada escrever cenários de praia, não faço ideia de como fazê-los, então o local que eles estão é outro. Inicialmente eu iria fazer nas termas. Mas enfim os refrescos! 🙌

Esse capítulo somente existe porque minha beta me aconselhou e eu segui os sábios conselhos dela 🙏 (aliás ela ainda não teve tempo de betar este, então quaisquer erros ou falta de profissionalismo culpem a betagem que ela ainda não fez, e também culpem a minha ansiedade que não me deixou adiar mais uma semana).

A flor da vez se chama Polianthes Tuberosa, também conhecida como Angélica, como eu pesquisei o significado das duas mas aparentemente apesar de serem exatamente a mesma flor, o nome faz mudar o significado, então estou deixando Angélica no título unicamente por motivos de boniteza, mas Tuberosa é exatamente o significado que quero passar para ela.

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Angélica - Polianthes Tuberosa
(Prazer perigoso)

A viagem aconteceu.

Demorou um pouco para eles conseguirem sincronizar seus dias de folga, Bakugou tinha acumulado alguns e conseguiu solicitá-los. E nem foi necessário Izuku se explicar muito, Hawks apenas olhou para sua cara e o dispensou – a cota de nunca ter tirado férias o favoreceu dessa vez.

A pior parte foi o planejamento. Ambos não conseguiam entrar em acordo sobre qual seria o local, O resort foi uma ideia de última hora que acabou sendo melhor do que o esperado. Sobretudo, passar a estadia durante os dias de semana melhorou a experiência, o local não estava lotado, apenas com menor movimento, de modo que fosse confortável para todos.

Porém agora, eles encontraram um obstáculo: estava difícil se separarem de Katsumi. Mais pela parte de Bakugou.

— Ele vai ficar bem — repetiu Deku pela centésima vez, mas não importava o que dissesse, nada tirava a faceta de pai preocupado.

Eles demoraram demais na piscina e só se deram conta quando já estavam cansados e famintos. Deixar Katsumi na área de recreação era o mais sensato desde que eles teriam que caçar algum lugar para comer e isso só estressaria ainda mais a criança resmungona, o que não era um cenário bom para ninguém.

A mochilinha com as coisas de Katsumi foi entregue à coordenadora ômega que aguardava com paciência – certamente ela via muitas cenas assim, então apenas sustentava um sorriso apaziguador enquanto explicava toda a funcionalidade e regras do estabelecimento para Izuku.

Talvez fossem a ansiedade e a exaustão misturada com a fome, mas Kacchan parecia muito mais apreensivo de deixar Katsumi ali do que o comum para Izuku. E o menino, apenas piscava, imponente sobre seu destino.

— ... tem toalhas na mochila. Mantenha seus brinquedos perto de você para que não os perca. Evite arrumar confusão com as outras crianças. Seja educado e pense antes de agir. Não tire as luvas a menos que necessário... — dizia ele segurando a parte de trás da cabeça de Katsumi que acenava com um bico de concentração.

Toda a preocupação era compreensível, o resort era imenso, eles nunca tinham estado ali antes. Seus números foram deuxados para contato, e a segurança podia ser acionada se não os achasse, havia câmeras por todos os cantos; tudo isso a Coordenadora havia explicado, e Izuku verificou desde que chegaram.

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⏰ Última atualização: 4 days ago ⏰

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