Estava do lado de fora do bar, tentando não pensar no fato de a Hatta ter concordado com aquilo.
Fecho os olhos, deixando todo o líquido do meu corpo ir para fora.
A imagem do rosto da Hatta me vem à mente. Ela estava invadindo os meus pensamentos mais do que deveria, ela ia me enlouquecer se eu não sentisse os lábios dela contra os meus.
Ouço passos se aproximando, sabia o que ia acontecer agora.
- Se querem brincar comigo, pelo menos convida pra beber. - falo, fechando o zíper da calça.
Me afasto da parede assim que o primeiro homem me ataca. Desvio do primeiro, o segundo tenta me acertar, desvio novamente. Seguro o pulso do primeiro contra o meu, uso a mão dele para socar o rosto do segundo, que se afasta, cambaleando.
Com força, empurro o primeiro contra o segundo, contra a parede, seguro o colarinho dos dois e bato um no rosto do outro, fazendo ambos desmaiarem.
Seguro o cabo da katana, ouvindo a voz da Nami.
- Zoro, esse lugar é uma... - ela para de falar quando vê os dois no chão. - Cilada. - completa, parando perto de mim.
Bufo, olhando dela e logo desviando.
- É, já percebi.
- Achei que você tava bêbado. - ela fala, me olhando de cima a baixo.
Olho sobre o ombro, vendo os dois se remexerem e gemerem de dor.
- Eles também acharam. - confirmo, voltando para ela.
- Cadê os outros? A gente tem que sair daqui. - ela fala, dando alguns passos para trás, prestes a correr.
Hatta! Minha respiração fica desregulada.
- O Luffy foi na padaria. - falo, olhando para ela. - O Usopp, o cozinheiro e a Hatta estão lá dentro.
Por mim, aqueles dois poderiam se virar para sair dessa, já que provavelmente aquelas duas mulheres também são da Baroque Works. Mas Hatta ainda estava com aquele homem.
- Tá bom, você pega eles, e eu pego o Luffy. - ela já está quase virando. - A gente se vê no Merry. - ela volta a atenção para mim. - Toma cuidado lá.
Quase reviro os olhos com a preocupação dela.
- Tá, pode deixar.
Ela sai correndo, sumindo assim que vira a esquina. Viro-me para os dois rapazes e os puxo para cima. Com força, ambos cambaleiam quando ficam de pé, os puxo em direção ao bar.
Quando ficamos de frente para a porta do bar, os jogos para frente, um de cada vez. A música para, entro no bar, com a cabeça erguida, paro passos longe da bancada. Apoio o pulso sobre o cabo da katana e o outro pulso sobre o outro.
Olho em volta, assim que meus olhos se encontram com os dela, meus lábios se entreabrem. Fico aliviado por ela estar ali.
Vejo quando a expressão do rapaz ruivo muda, ele segura o pulso dela, torcendo o seu braço para trás do corpo, e puxa o corpo dela contra o peito dele, a prendendo. Ele coloca uma faca contra o pescoço dela, ela me olha assim que para, sinto a raiva dentro de mim.
É hoje que ele ia morrer.
- Só dois? Credo, não dão nem pro cheiro. - viro o olhar para os homens à minha frente.
Os dois rapazes que estavam caídos se levantam. Outros dois quebram suas garrafas e avançam na minha direção.
Seguro o pulso de cada um dos dois rapazes com força, impedindo o ataque, puxo os dois para o lado contrário, dando uma volta, puxando com mais força.
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Um Conto One Piece
Fiksi Penggemar+16 / Abuso sexual, abuso psicológico, violência, romance. "Saber que ele nunca vai te conhecer, foi a pior decisão que você já tomou!" "Após os eventos na vila, Luffy e o Bando do Chapéus de Palhas se aventuram em novas ilhas e em novos mistéri...
