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Bem vindas à Romênia

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Notas: Retornei leitoras! Amém outra atualização, e como sempre venho agradecer muito por toda a interação que temos, por todos os comentários e favoritos, pois vocês estão sendo maravilhosas como sempre.

Bom... Eu fiz uma pequena alteração nos capítulos (não precisam reler), mudando apenas o ano da transformação da Jennifer. Apenas isso. De 1476 mudei para 1456, pois estou seguindo um pouco a biografia do Conde Vlad – claro, que com modificações minhas –, então achei necessária essa alteração. Futuramente, quando for a hora certa, pretendo explicar o motivo e o que vai mudar na história.

Música do capítulo: Iced Earth – Dracula (irei usar esta música em alguns outros capítulos, pois ela foi inspirada na lenda de drácula, e acabei achando ela bem dentro do contexto da fanfic.)

Comentem o que acharam do capítulo!

Capítulo 4 – Bem vindas à Romênia

Romênia – 1450 – Castelo de Bran

(I too have loved...)

(Eu também amei...)

(They took her from me)

(Eles a tiraram de mim)

A sensação do primeiro amor nos faz achar que durará por uma eternidade, nos faz desejar jamais amar outra pessoa. É característico o primeiro amor ser inesquecível, mesmo que seja de curta duração, principalmente quando se tem uma eternidade para relembrar.

Aquele era o primeiro amor de Jennifer, e ela não poderia estar mais contente. Seu coração havia encontrado uma zona de conforto, uma pessoa em que a acalmava mesmo em dias em que lutaria em batalhas. Entretanto, seus ensinamentos eram claros demais sobre os pecados que a ordem abominava; os pecados em que diziam desafiar a Deus. Tornando, assim, aquele seu primeiro amor em um sentimento proibido.

Amar não é pecado, certo? – perguntava-se dia após dia, até finalmente aceitar que seus sentimentos não mudariam. Jamais! Lana era como a primavera, capaz de fazer renascer toda a felicidade e beleza em sua vida; Lana era como as pétalas de uma rosa: bela e delicada, contida em beleza interna e externa. Indubitavelmente, seu coração escolhera certo, pois o coração de bravos cavalheiros não merecia ser comparado ao puro coração de sua amada.

Naquela tarde de primavera, a loira andava de um lado para outro ao lado de fora do castelo. Permanecia atenta a qualquer som que ouvia vindo da trilha, ao mesmo tempo em que treinava o modo certo de apresentar sua amada para seus pais. No entanto, nenhum seus treinamentos pareciam bons.

– Pai, mãe... – ensaiava suas falas, gesticulando suas mãos e, ainda, andando de um lado para outro. –... Antes de qualquer coisa, queria lhes dizer que meu coração não pertence a quaisquer cavaleiros ou nobres. Eu enc...

Poc-poc-poc! – o som do galopar que os cavalos da carruagem faziam, chamou a atenção da loira.

Ela tinha total certeza de quem era, pois seu coração parecia alerta-la a presença de sua amada. Aguardou que a carruagem parasse em frente à ponte que ligava o castelo com a floresta, assim abriu a porta e deu-lhe a mão, ajudando-a a descer.

– Meu amor... – Jennifer pegou a jovem pela cintura, levantando-a enquanto girava sem quebrar seus olhares. Pouco se importavam com o cocheiro, tampouco com a ordem na qual a família Morrison servia. – Me deixaste preocupada... – delicadamente, soltou a moça, afundando seu rosto nos braços aconchegantes de Lana. Num abraço cheio de preocupação, amor e saudades. – Pensei que algo grave acontecera durante a longa viagem.

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