14 Um erro

613 69 40
                                        

Queridos leitores. Esse capítulo tem cenas fortes. Por favor, não fiquem com raiva de mim o time Majen. Beijos.

Jennifer

Pra começar o que era 400?

— 400? 400? O que é 400? Eithan ?

Todos me olhavam com uma cara de pena , parecia que estava com rubra, doença que descamava toda a pele , deixando-a vermelha sangue.

— Especialista! Acompanhe as IGs ao seu alojamento! — eu fitava Max e sua costumeira brutalidade em dar ordens.

Depois de tantas consequências sobre o que fiz e falei, temi colocar novamente em risco a saúde de Meg que acabara de sair de uma pior. Inalei profundamente, a fim de controlar a língua. Estava difícil...

O sangue ferveu ao ser ignorada. Minhas mãos tremiam de raiva ; eu precisava saber que raios acontecia comigo, eu tinha esse direito.

— Você não tem direito a nada IG Maloy!

O som potente da voz de Max assustou-me, ao perceber que havia me expressado em alta voz. Droga! Não sei se tenho mais raiva dele ou se mim.

— Max, Max!

— Pra você "Senhor". Esses dias na prisão não foram suficientes para você.  Contenha sua boca e a proíbo de sair de seu quarto. Leve-a Jhonson!

— Mas... Mas...

Max revirou os olhos e saiu imediatamente. Ao lado, Cookie exibia um sorriso vitorioso, à frente de Eithan que não conseguia disfarçar o desespero em seu olhar.

Meg deu-me um beliscão no braço ainda a tempo de Max escutar meu grito.

Voltei ao alojamento sozinha. Eithan achou por bem deixar Meg ainda de repouso sendo hidratada. Por fora, Jhonson passou à chave minha porta.

— Muito bem, sua inteligente! Você conseguiu mais uma prisão. Agora em seu próprio quarto. Quem manda soltar a língua toda hora – fico a reclamar, já que não consigo respostas.

Eu simplesmente não entendi o modo como Max me tratou. Ele parecia tão... Tão... Eu pensei que ele... E Eithan? Agarrado àquela penosa?

Ai que ódio!

E aquele número? Por que todos estavam tão perplexos? Alguma coisa errada comigo? Será uma doença nova? Mas por que não me disseram nada?

A principal pergunta pulava na mente: o que farei para conseguir estas respostas?

Eithan. Ele teria que me falar. Será que ele também foi falso comigo , ao ponto de me complicar?

As lágrimas chegaram aos olhos queimando e eu limpo com raiva  as que conseguem ultrapassar a barreira do meu orgulho. A angústia traz o torpor  junto. Ainda sinto-me fraca . Acima de tudo , exausta de lutar. Em segundos estou adormecida.

As vozes são muitas e o barulho turbulento agrava minha necessidade de fugir. São gritos, pedidos de socorro.

Alguém no meio daquela multidão aponta para mim. É Jeffrey! Ele fazia aquele sinal de apontar para mim , referindo-se ao fato de voltar de onde quer que tenha ido para me ajudar nas peripécias em que me metia. E eu o aguardava para salvar-me dos apuros.

Diante deste gesto, sinto a familiar comunicação de irmãos que tem uma ligação psíquica. Nós tínhamos isso. Ele sempre sabia quando eu chorava ou me alegrava e vice-versa.

No meu peito, sinto que ele quer realmente falar comigo.

Como Jeff?! Onde você está?!

CONTENÇÃOHistórias para pegar e não largar. Descubra agora