Foi com meu amigo, eu tinha doze anos e estávamos voltando da escola.
Naquela época eu morava no interior e o escolar levava a gente até uma quadra antes da nossa casa. Nosso bairro era uma espécie de subúrbio, ele era dois anos mais velho e nós fomos vizinho por quase um ano. Eu confesso que sempre tive uma quedinha por ele. Loiro, olhos verdes e um maldito sorriso de conquistar qualquer uma. Não me apaixonei, mas eu tinha muita vontade de foder com ele.
Foi numa sexta-feira, estudávamos a noite e quando descemos do escolar a rua estava completamente deserta.
— Quem era aquela que estava com você no intervalo? Namorada nova? — perguntei.
— Hm, é só uma menina que eu fico, porque o interesse? Tá com ciúmes?
— Porque eu estaria com ciúmes, otário?
— Porque eu sou lindo, irresistível e você gosta de mim — sorriu.
Ele não estava errado, e talvez essa fosse a minha oportunidade de ficar com ele, meus pais logo mudariam de novo e caso eu estragasse a amizade, no fim das contas, não faria diferença mesmo.
— Gostar? Hm... talvez, mas não do jeito que você pensa.
— É? E como seria então? — indagou curioso.
Meu corpo começou a formigar, eu desejava ele e o medo de ser pega me fazia querer cada vez mais. Mordi meu lábio inferior e me aproximei dele, éramos quase do mesmo tamanho, eu sempre fui grande demais para a minha idade e sempre aparentei ser mais velha do que eu realmente era.
— Acredito que está mais para tesão do que para paixão, mas você entende, não é? Ou você se apaixona por toda garota que você beija? — sorri, segurei em seu queixo e mordi seu lábio inferior provocando.
— E o que você quer fazer a respeito? — indagou ele.
Seus olhos me fitavam como se ele fosse me foder ali mesmo, e não minto, eu queria muito. Havia chamas de tesão saindo de nós dois, o desejo, nossos corpos exalando a luxúria e a tensão sexual crescendo cada vez mais entre a gente. Ele me puxou para o vão que havia entre a nossa casa, me encostou na parede e me beijou. Suas mãos acariciando meu corpo, subindo pelas minhas coxas e apertando minha bunda. Eu queria mais. Muito mais.
— Você já chupou alguém? — perguntou enquanto beijava meu pescoço.
— Não — respondi descendo a mão para sua intimidade.
Ele me levantou, encaixei minhas pernas em seu quadril enquanto ele roçava seu membro em mim e me beijava loucamente.
— Eu quero.
— O quê? — perguntou entre o beijo.
— Chupar você — respondi ousada.
— Certeza?
Balancei a cabeça afirmando, ele me soltou. Me ajoelhei e abri a suas calças, sorri quando seu membro saltou para fora. Eu não tinha ideia do que estava fazendo. Pensei que teria muito nojo de fazer, mas na hora eu estava com muito tesão e a ideia me deixava mais excitada ainda. Comecei pela glande chupando devagar como eu via nos pornôs e não demorou muito para eu enfiar mais dele, na boca. O garoto segurou minha cabeça e enfiou tudo me fazendo engasgar. Ele colocou a mão por dentro da minha blusa e apertou o pouco de peito que eu tinha, juntou meu cabelo com a outra mão e começou a controlar a intensidade dos movimentos e quando chegou perto de gozar foi mais rápido e prendeu a minha cabeça enquanto arqueava levemente seu quadril para frente. Ele gozou na minha boca, eu cuspi. Beijamos. Fomos para casa.
Alguns meses se passaram e a nossa amizade colorida continuou. Eu pegava ele e o irmão dele que, aqui entre nós, me chupava divinamente. E só melhorava. Uma menina nova se mudou para o bairro, eles compraram a casa da frente. Nós fizemos amizade e um dia ela o chupou também. O vão entre as casas era nosso ponto de encontro para safadeza.
— Alguma de vocês já beijou uma menina?
— Já — afirmei.
— Se beijo em prima contar, sim — disse ela.
— Duvido vocês se beijarem.
— Somos amigas, não preciso beijar ela para te provar que eu gosto de meninas — respondi. Ela me olhou e sorriu meiga.
— Nós também somos amigo, e isso não nos impediu de ficar — retrucou.
— Se a Soso topar, por mim tudo bem — respondi.
— Hm... é... pode ser — respondeu, a voz cheia de incerteza.
— Ok.
Parei em frente a morena e coloquei as mãos em volta do seu quadril. Ela estava tímida, achei fofo. Me aproximei da garota colando nossos lábios, entrelacei uma das mãos em seu cabelo aprofundando o beijo. Seus lábios eram doces e macios, tinham gosto de cereja eu poderia beijar ela para sempre. Ela mordeu meu lábio e chupou terminando o beijo com selinhos.
— Vocês são quentes, garotas — disse ele rindo. — Minha vez.
Ele se aproximou dela e a beijou, ela retribuiu. Depois ele veio até mim e nos beijamos, e por fim demos um beijo triplo. E as coisas começaram a esquentar.
A noite já havia caído. Estávamos um pouco longe de casa e a rua escura com quase nenhuma iluminação pública se tornava o lugar perfeito para mais uma aventura. Sorri sapeca pensando no que aconteceria ali e me balbuciei um "me siga" antes de sair andando na frente em direção a praça.
Reparei em volta e percebi um dos bancos sob uma das árvores. Era daquelas bem volumosas. Perfeito! Sentei e chamei eles com o indicador em um ato ‘sexy’. Ambos me olhavam com excitação e desconfiança, mas se aproximaram. Bati no banco indicando que Soso deveria se sentar ao meu lado. Posicionei o loiro a minha frente e comecei a abrir suas calças. Peguei seu membro em minha mão e o levei até a boca fazendo movimentos sincronizados com a mão e a boca.
Parei por uns instantes e voltei a excitá-lo apenas com a mão enquanto puxava Sophia para um beijo. Em seguida fiz gesto com o olhar indicando que ela deveria chupa-lo e assim ela fez. Ficamos alternando entre uma e outra até que ele gozasse em nossas bocas.
VOCÊ ESTÁ LENDO
Ninfomaníaca
Short StoryCompulsão sexual, vicio em sexo, loucura. Chame como quiser. Mas acredite, sexo não é tudo, e a vida de uma ninfo não é fácil. Me chamo Angeline, mas me chamam de Angel. Eu sou filha de um major e uma médica, e vivo em Boston, minha vida nunca foi u...
