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Galego: Quem é ela? - Se referiu a Luíza, que tava do meu lado, olhando pro nada.

Coringa: Mãe do meu filho.- Ela me olhou de cara feia, fazendo alguns meninos rirem.

Galego: Felicidades aí pra vocês.- Falou entregando a grana e apertando minha mão.

Balancei a cabeça pros menor e fui saindo, com a Luíza na minha frente em direção ao carro.

Assim que a gente chegou, ela começou a falar.

Luíza: Mãe do meu filho? Só isso que eu sou pra você? - Falou bolada.

Coringa: Quando a gente fala "Minha mulher." Os menor acha que a mulher é corna, que apanha, essas paradas aí.- Falei explicando.- Mas quando fala que tem filho na parada, bagulho fica de verdade, máximo respeito.

Luíza: Sabia que se você me trair, me bater ou qualquer coisa, você nunca mais escuta nem meu nome?

Coringa: Tu tá falando umas paradas sem sentido do nada.

Luíza: Principalmente traição, Felipe.- Olhei pra ela.

Coringa: Eu fiz alguma coisa e tu quer me dizer? Diga logo aí pô, parada mó chata.- Falei ficando puto.

Luíza: Acho que cada um sabe das suas ações.

Maluca, idiota, psicopata!

Pra ela eu não rendi, fiquei calado e continuei dirigindo.

Ela ficou me encarando por mó tempão, até calado tô errado.

Luíza: Quando você olha, você consegue achar outras mulheres mais gostosas que eu?

Coringa: Você não é gostosa.- Brinquei.

Luíza: Minha buceta é.- Falou toda grossa, me fazendo sorrir.

Coringa: Já vi, mulheres muito mais gostosas que você.

Luíza: E você já pensou em me trair?

Coringa: Sim e não. Pensei quando a gente não tinha nada ainda, mas já tava numa parada séria.

Luíza: E você ficou?

Coringa: Eu tinha outras prioridades no dia.- Falei querendo cortar o assunto.

Luíza: Quais prioridades?

Coringa: Coisa minha Luíza,euhein.- Olhei pra ela que me olhava curiosa.- não vou falar.

Luíza: Felipe...- Começou.- Amor, sério...- Falou manhosa.- Fala amor.

Coringa: Pra que tu quer saber? A parada é que eu não peguei ninguém e nem tenho interesse de pegar, já que eu tô com você.- Falei grosso de uma vez, vendo ela sorrir.

Luíza: Mas...-Olhei pra ela, assim que terminei de estacionar o carro.

Coringa: Luíza, deixa de caô, namoral.- Falei tentando ter paciência.

Ela desceu do carro rindo e eu desci de cara fechada.

Ela se agarrou no meu braço, enquanto eu queria ela um pouco longe, ela queria quase subir no meu colo.

Paciência.

Visita Íntima Histórias para pegar e não largar. Descubra agora