Capítulo XX

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Callie Torres

Arizona é linda, quando se veste para provocar fica absurdamente mais linda ainda, sério, que mulher é essa. Nesse exato segundo ela está na frente explicando alguma coisa, na qual, eu não estou prestando atenção, só consigo me concentrar nas curvas do seu corpo marcadas por esse vestido vermelho, seu salto preto que destaca o branco do seu pé, e essa boca, que toma toda minha atenção marcada por um vermelho sangue, ela ainda joga baixo, está explicando usando um óculos de leitura desnecessário, mas está tão sensual, ainda mais com esse coque no alto da cabeça. Essa mulher é a minha perdição.

- Torres? - Finalmente entendo que ela estava chamando a mim, balanço a cabeça e a encaro nos olhos. - Você poderia responder a minha pergunta? Ou estou atrapalhando você?

Um jogo, ela queria jogar comigo, bancar a durona e despertar minha vontade sexual, o que na verdade nunca esteve adormecida. Percebi quando um sorriso de canto se fez presente ao final de sua pergunta.

- Pode repetir? Se não puder, acho que não vou poder responder. - sorri e pisquei.

Alfinitei e ela riu.

Ela repitiu a pergunta e ficamos num jogo de provocação que estava me fazendo querer bater em Arizona, bater na minha cama. E pelas olhadas dela, sua vontade não era diferente.

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A aula acabou e eu estava conversando com Addison no portão da escola antes de ir embora, quando olho e vejo o carro de Arizona saindo, essa é a minha deixa.

Me despeço de Addison e vou andando em direção oposta ao meu caminho de casa, e 4 ruas depois da escola vi o carro de Arizona parado lá, me aproximei do vidro do carona e ela o abaixou.

- Perdida, querida aluna?

Sorriu sacana.

- Quero me achar. Pode me ajudar?

Ela riu e abriu a porta. Entrei, joguei minha mochila no banco traseiro e selei meus lábios com o dela, ela sorriu, ligou o carro e virou nunca direção contrária a nossa rua. Olhei pela janela confusa e a encarei.

- Aonde vamos? - perguntei.

A vi sorrir.

- Confie em mim.

Eu encostei e esperei, não demorou nada para entrarmos na garagem de um hotel. Um hotel Bonito. Muito bonito.

- Arizona... O que viemos fazer aqui?

- Você verá, criança...

A olhei furiosa, dei o dedo no meio e a vi gargalhar. Saímos do carro e fomos em direção a um elevador. Arizona não me deixou pegar a minha mochila, somente um cartão foi pego.

Entramos no elevador e ela apertou o número 15, o elevador foi subindo quando Arizona reconstou e olhou pra mim suspirando. Eu cheguei perto dela, bem perto, e nossas respirações se cruzaram, ela ofegava ao me encarar, então, eu finalmente entendi, Arizona me trouxe para nós podermos transar, assim como ela prometeu para mim, beijei o pescoço dela e suas mãos vieram de encontro a minha cintura e me puxou para perto, subi os beijos até sua boca e trocamos beijos apaixonados e cheios de desejo. As portas se abriram no décimo quinto andar e ela me puxou para a o quarto 1502, passou o cartão pela porta e entramos.

- Agora, você vai ser toda minha, podendo gemer bem alto com tudo que vou fazer com você...

Ela sussurrou em meu ouvido.

Contínua...







Galera, como sabem, minha mãe tá meio dodói, mas volto logo com esse hot...

Professora Robbins Onde histórias criam vida. Descubra agora