Capítulo 56

1.8K 137 25
                                        

       As meninas me deixaram na minha casa e assim que eu abro a porta a África veio correndo até a mim, mas de repente veio em pensamento a Atena.

Pai: Vamos conversa.- fala e acabo saindo do meu pensamento.

Eu: Ok.- falo, coloco as bolsas na escada e pego a África no colo.

Pai: Me fale o motivo de você ter chegado na quinta de madruga, Aléxia Ortega Costa.- sento no lado do meu pai no sofá.

Eu: Eu fiz sexo com o meu  chefe.- falo na lata e vejo o meu pai travar.

Pai: Você fez o que?

Eu: Eu fiz sexo com o meu chefe.- falo e vejo meu pai escancarar os olhos.

Pai: Olha pensei que você ia ser igual as filhas normais, mas errei um pouco.- fala e passa a mão na sua careca.- Ok...não sentiu nenhuma incomodada, nem impressionada, aí se aquele bastardo te obrigou, eu juro que...- o interrompo antes que ele desconte sua raiva nas minhas coisas.

Eu: Pai eu não senti incomodada, ele não me pressionou, eu fui por vontade própria e me senti bem. Sabe eu pensei que nunca ia me sentir bem, fazendo sexo com alguém.

Pai: Filtra Aléxia, pelo amor de Deus, filtra pra não acabar com o seu velho pai.

Eu: Velho? Se eu te chamo de velho eu tenho que correr pras colinas pra não morrer.

Pai: Tá bom. Minha filha eu vou incorporar o pai chato e super protetor agora.- fala e vejo seu rosto ficar bem sério.- Eu não quero te vê sofrer, minha guerreira. Quando eu te achei naquele lugar nua, meu coração não aguentou e jurei que ia te fazer feliz, mas falhei e muitas vezes. Então eu não quero que esse seu chefe te magoe ou você entrar em um relacionamento abusivo. Eu sei que não sou o pai perfeito, como os de outras pessoas, mas eu tento, tento mesmo.- fala e sinto um aperto no coração.- Eu não vou atrapalhar o que quê você tá tendo com o seu chefe, não vou mandar ninguém ir atrás dele. Só a única coisa que eu peço avisa pelo menos aonde você está indo, se não o coração não aguenta.- fala e logo eu abraço ele.- Te amo minha guerreira

Eu: Também te amo, meu projeto de muro paterno.- falo e escuto sua risada baixa.

Pai: Também queria te avisar que vou voltar para o Brasil na segunda e pretendo ficar um mês ou mais por lá e voltar para cá, já que todos os meus filhos estão aqui e porque o filho da puta do meu irmão está atrás de você.

Eu: Por que você tem que voltar?

Pai: Negócios minha filha, negócios.- fala e já sabia que era alguma negociação de armas ou de drogas.

Eu: Vou cobrar sua volta.

Pai: Eu vou comprar sua ida ao Brasil.- fala e solto uma risada.

Eu: Vai demorar, vai demorar.- falo e passo a mão no meu cabelo.

Pai: As suas amigas pensava que iria almoça aqui em casa, já que a Cloe me ligou.

Eu: Elas daqui a pouco estão vindo. Inventaram de se arrumarem aqui na minha casa, parece até que ela mandam aqui.

Pai: Mas você está feliz.- fala e levanta do sofá.- O seu irmão John vai fazer um jantar de despedida pra mim no domingo na casa dele, vai querer ir?

Eu: Pode ser.- falo e levanto do sofá também e coloco a África no chão.

Pai: Fiz bife a parmegiana e aquele meu belo arroz branco.- fala e  começo a sentir água na boca.- Mas vamos esperar suas amigas chegarem.

Eu: Tá de sacanagem.- falo, pego o meu celular e mando mensagem pra elas andarem logo.

        Passou uma hora e eu tentando fazer meu pai a pelo menos a me dá um pedacinho. Quando elas finalmente chegam, mano parecia que elas iam se mudar aqui para a minha casa de tanta coisa que elas trouxeram. Quando eu pode finalmente pode começa a comer, senti até aquela felicidade crescer.

Is it love? RyanOnde histórias criam vida. Descubra agora