Bakugou's: part II

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Meu apartamento, virou uma bagunça em menos de uma hora! O Jovem Bakugou ficou irritando com o pequeno, agora eles não param de correr na sala - já fiz de tudo para eles parem mas não tenho saco pra crianças. O medieval está dormindo no sofá como perdra, dominando o espaço inteiro do móvel, e o outro Bakugou está cozinhado.

- Por que aqueles dois não param de correr? - Me sento deitando a cabeça na ilha de quartzo da cozinha.

- Bem, isso cansa eles. Logo logo o pequeno vai chamar você ou por que se machucou ou por que tá cansado. - Colocou o prato de (sua comida favorita) em cima do quartzo. O cheiro estava maravilhoso. Imagina o gosto? Comi. Realmente o sabor estava perfeito! - E o outro vai chegar dizendo que tá com fome e fingir que nada aconteceu.

- Tá. - Sorrio suspeita. - E o Bruto do sofá? - fiz um movimento com os olhos para indicar até a sala.

Me olhou de canto. - Não sei se vai acordar agora mas, ele vai ta com muita fome. - Pegou o pano que estava ao seu lado e começou a secar a louça.

- Sabe, você podia descansar e comer comigo. Meio que você arrumou a estante do meus quarto que o Bruto quebrou e limpou a casa! Devia descansar agora... - Continue comendo. A comida está uma deliciosas!

- Isso é o mínimo que podia fazer. Depois de ser cuidadosa com a gente. Além disso, você é a ... - Ele parou de falar quando se virou pra mim, seus olhos brilhavam enquanto encaravam os meus. - ... Deixa...

- Eu não sou... Eu... Não é? - Olhei para o prato quase vazio.

- É... - Ele soltou uma risada abafada, apoiando os braços na ilha.

Ouvimos passos lentos vindo da passagem da sala. Ela os dois Bakugou's. O menor me pediu comida e o maior resmungava de tanta fome. Já que todos estão aqui, por que não acordar o Bruto? Me levantei falando que voltava rapidinho. Era o que eu pensava.

- Bruto... - o cutuquei. Sem reação. - Bruto!... - Mexi no seu braço. Sem reação.- Bruto levanta! - O sacudi. Seus olhos não abriram, mas seus braços sim. Rápido ele me puxou e nos dois ficamos deitados juntos no sofá. Pra ele, eu era um ursinho de pelúcia. - A-A-Ahh!! - gaguejei. Senti seus músculos fortes. Corei rapidamente. Estava pensando já em outra coisa.
Segundos depois ele acordou. Deu um tapinha na sua cabeça, porém ele apenas riu.

- Não aguenta ficar longe de mim? - consigo sim... TU QUE NÃO AGUENTA!
Bati em seu peito forte. Fiquei impressionada mas não tirei a atenção do meu objetivo. Sair dos braços dele pra comer em "família"!

- AFF LEVANTA MÍSERA!

...

Terminamos de jantar.
Agradeçi ao Katsuki - Que pediu pra que eu o chama-se assim. - pela comida e agradeçi os outros pela companhia na mesa.
Me sentei no sofá com os dois mais velhos, já que os dois mais novos haviam dormido no meu quarto. Não ligamos a tv por conta do Bruto, que ficaria espantado com aquilo e tentaria salvar as pessoas dentro da "caixa". Mas também não ia adiantar. Aconteceu um apagão.

- Nossa que legal... Acabou a energia... - Se eu estive nervosa, estaria xingando a empresa que cuida da energia, mas estou suave.

- Tem velas aqui? - perguntou Katsuki me cutucando.

- Sim, mas é melhor você não ir. Está escuro, você pode se machucar. - Ouvi sua risadinha.

- Ok, Ok! Eu fico - Sinto sua cabeça se aconchegar no meu pescoço. E do outro lado, uma cabeça que se apoiava entre as minha coxas. Meu rosto queimou.

¡imagines bnha boys!Histórias para pegar e não largar. Descubra agora