XXII. Zweiundzwanzigstes

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Acordamos no outro dia já próximo da hora do almoço, visto que fomos dormir com o sol nascendo no horizonte. Eu acordei primeiro, podendo observar o homem ao meu lado. Jungkook é um sonho, muito mais do que tudo que eu imaginei merecer em minha vida.

Não resisti em levar minha mão até seu rosto, fazendo-lhe uma caricia. Seus lábios estavam abertos e por dentro de seu robe meio aberto eu podia ver as marcas deixadas por mim na noite anterior. E que noite foi aquela...

Eu nunca me imaginei numa relação, muito menos em uma com essa intensidade, ele simplesmente era tudo o que eu achei que nem precisava, mas que na realidade me completava. E eu confio tanto nele que chega a doer.

Ainda acariciando suas madeixas, fui despertado de meus pensamentos quando vi meu celular vibrar em cima da cômoda ao lado da cama. Na mesma hora me estiquei como pude em cima dele para não acordá-lo, e qual não foi minha surpresa ao ver que era minha mãe?

Sai o mais discretamente que pude da cama, indo atender o celular dentro do banheiro do nosso quarto.

- Jimin! Graças a Deus, já estava pensando em ligar pra polícia – Na mesma hora minha cabeça deu um nó, ela sabia onde eu estava, com quem estava. Ela nunca agiu assim antes, por que essa preocupação toda do nada?

- Omma, 'tá tudo bem? Eu lhe falei que estava com os meninos, não sumi tanto tempo assim... – Perguntei, claramente confuso.

- Não é isso. Meu filho, acho que estou sendo seguida!


-- x –


Eu e Jungkook já estávamos dentro do carro indo para minha casa. Pedi pra minha mãe se acalmar que eu já estava chegando pra saber o que estava acontecendo. Jungkook também chamou Taemin pra nos ajudar a conversar com minha mãe. Percebi que na verdade ela estava preocupada com os seguranças que contratamos pra cuidar dela.

Eu havia esquecido que não tinha conversado sobre com ela e acabou que ela se assustou quando uma das vizinhas notou o carro. Ela não havia associado a existência dele a ela, mas acabou associando ao ir num supermercado e ver o mesmo lá também. Os seguranças também não sabiam que ela não sabia, então acabaram não sendo tão discretos.

Assim que chegamos em casa eu desci correndo, sendo seguido por Jungkook, para entrar em casa e a acalmar. A mesma estava sentada no sofá e quando entrei veio no mesmo momento me abraçar e ao meu namorado também. Meu namorado, fica bonito falar assim até nos meus pensamentos...

- Olhem ali! – Afirmou ela, apontando-me o carro estacionado do outro lado da rua, um pouco longe, mas perto o suficiente pra observar quem entra e quem sai da casa.

Jungkook, que estava do outro lado de minha mãe com a mão segurando a dela, olhou-me por trás dela, sem que ela visse, e comprimiu os lábios antes de esfregar a língua pela bochecha. Parecia nervoso.

- Omma, temos que conversar... – Falei, pegando em seu ombro, fazendo-a me olhar ainda com aquele jeito amedrontado.

- Você acha que pode ter algo a ver com seu appa? Eu estou com medo, meu filho... – Na mesma hora a abracei, apertando forte pra lhe passar calma.

- Não é, omma. Não se preocupe com isso! – Separei-me dela lentamente, dando um beijo em sua testa antes de soltá-la.

- Acho melhor a senhora sentar para conversarmos, omma. – Ouvi meu namorado falar ao nosso lado, segurando a mão dela e puxando-a para a mesa de jantar.

Rapido estávamos os três sentados na mesa, olhando-nos tensos. Por sorte não tivemos tempo de falar, logo alguém bateu na porta e já sabíamos muito bem quem era. Taemin havia chegado na hora exata.

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