Seu doce aroma me deixa louco, suas ações me predomina, seu corpo quente me acalma, por você eu faço tudo, até te dou minha alma.
Um Morro, duas almas escuras, com medo dos passados, um amor, vários obstáculos, o que é escrito por deus nunca pode se...
Passei aquela tarde e noite atordoado, senti o gosto amargo das minhas palavras sem justificativas, fiz pensando no certo e acabei no errado.
Desde aquele acontecimento a Hope ainda não falou comigo, eu tento ligar, mandar mensagem, áudios, torpedos e nada, nem um sinal de vida.
Eu sou um puto do caralho por não ter escutado ela, mas porra eu fiquei com medo de algo acontecer a criança, eu ainda nem sei se esse bebê é meu mesmo e me bateu mó neorose quando me falaram da briga da Hope e da Valquiria, por mim aquela vadia poderia ter morrido de tanto apanhar.
Eu deveria ter cortado o mal pela raiz, não ter dado tanta liberdade para aquela puta, estava tão cego concentrado em outras coisas e esqueci o mais importante, meu relacionamento.
Me levanto sem ânimo algum, saio da cama e vou até o banheiro e me olho no espelho, rosto fechado, cara ameaçada, começo de olheiras e um intuito de sono.
Tiro todas as minhas roupas, jogando no cesto de roupa suja, ligo o registro do chuveiro e deixo a água cair sobre mim, flash de todos os nossos momentos juntos vem a tona me deixando pior do que estava, o que eu mais temia aconteceu e por culpa minha a morena não está aqui comigo.
Pego o sabão, passo em todo o meu corpo, me enxago, aumento a potencia da água, deixo minha mão em baixo do chuveiro, pego um pouco de água e lavo meu rosto, esfregando bem para tirar qualquer vestígio de sono.
Desligo o registro, pego uma toalha, enrolo ela na minha cintura, saio do banheiro, vou até o closet, procuro uma cueca, escolho uma vermelha, vou atrás de uma roupa, encontro uma, à pego e visto.
Ela é composta por um blazer marrom claro de mangas longas até o cotovelo, uma calça jeans escura e um tênis preto, coloco minha arma na cintura, meu colar e a aliança.
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Assim que me visto, passo perfume, penteio meus cabelos passando minha pomada neles e saio do closet, vou até a cama arrumo ela direitinho, fecho as janelas e cortinas, vou até a porta e sigo reto pelas escadas, indo em direção a cozinha, ouço um barulho e já estranho, pego minha arma na mão e sigo silenciosamente até chegar na porta.
Um alívio toma conta de mim ao ver dona Jo fazendo o café enquanto come umas de suas torradas com geleia de coco. Ando até a cadeira me sento e começo a conversa com a mesma.
- Eaí dona Jo, tudo bem com a senhora ? Ta fazendo o que aqui a essa hora da manhã ? - a senhora não deveria estar no restaurante indo arruma-lo para abrir ? - questiono roubando umas de suas torradas, hum deliciosa.
- Aii que susto menino quer matar essa pobre velha do coração ? E respondendo sua pergunta hoje não irei abrir porque estão dedetizando, ontem foi o hospital hoje é meu restaurante - eu estaria melhor se você me explicasse melhor o que aconteceu ontem, entre a menina Hope, a loira do tchan e você ? Ande me fale tudo, antes que eu te do um puxão de orelha e olha que minha mão está coçando para fazer isso - esbraveja me olhando com os olhos semi-serrados.