Bónus: Arthur Bragança

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Tudo em minha vida está perfeito, tenho uma mulher incrível ao meu lado, acordar ao lado daquela doidinha é a melhor coisa que já me aconteceu, chamo ela de doidinha porque ela é foda, não tem medo de nada, e quando quer uma coisa ninguém lhe para, nesses dias que estou convivendo com ela, descobri que ela é o amor da minha vida, eu amo essa mulher, só ainda não admite para ela, assim como ela não admitiu que me ama, sonho com o dia em que ela vai me dizer que mim ama, e estou louco para conhecer minha sogra.

Depois da noite incrível que tivemos, a supreendi levando-a até a faculdade, que se foda o que as pessoas acham, o importante é o que sinto pela minha doidinha, chego na faculdade mais uma vez com ela, e ela fica surpresa com a minha atitude, mas eu não estou me importando, apenas fazer o melhor por ela.

Desço do carro e me despeço da minha doidinha, e caminho em direção a sala dos professores, e recordar que já nos beijamos neste local, me fez rir, fico uns minutos pensando, como vou-me portar na sala de aulas, encarar mulher que você ama sentada a espera de eu lhe dar aulas, saio em direção a sala de aulas, chego e entro na sala e minha doidinha estava conversando com o amigo dela, que um dia cheguei a apensar que fosse o namorado dela, e me arrependo pelo aquilo que eu disse naquele dia, sobre todas as mulheres serem iguais, ela é diferente, muito diferente.

_Bom dia alunos. _Cumprimento meus alunos do 4° ano, onde estuda minha doidinha

_ Bom dia professor, imagino que está bem-disposta, depois da noite de ontem. _ Luciana fala, e tinha que dar uma licão nela, e minha doidinha ficou com uma cara de medo, o que me fez eu ser rígida com ela.

_ Estou Luciana, e por estar disposto que vamos resolver este exercício, e você será a primeira a vir resolver. _ Digo

_Mas professor, eu não estou pronta para resolver o exercício. _ Fala revindicando a minha ordem

_ Mas que nada, para o quadro já. _ Falo e coloco um exercício bem difícil, para ela aprender a não ser intrometida.

Dou a aula muito bem, muito bem não, porque não conseguia disfarçar meu amor por Valentina, por isso ficava a olhando, e não me importava com nada.

Terminou a aula, sai e fui a sala dos professores.

_ Bom dia professor. _ Cumprimenta me uma professora...

_ Bom dia professora... _ Tento puxar o o nome e nada

_ Lisete. _ Disse

_ Professora Lisete, como está. _ A pergunto

_ Estou bem, toma o convite para minha festa de aniversário, este sábado. _ Disse-me entregando um pedaço de papel.

_ Obrigada, prometo aparecer por lá. _ Digo

Ela sai e abro o papel e leio o convite, a festa começa as oito da noite neste sábado, saio da sala dos professores e leciono aulas em outras turmas, quando deu doze horas sai para ir almoçar, então fui em direção ao meu carro.

_ O que faz aqui Vanda._ Falo vendo a mulher que estava na minha frente

_Vim ti ver, não me diga que não sentiu minha falta. _ Disse ela me pegando e fala bem perto e me beija, mas o que a mim espanta é a presença da Valentina no local, ela imterpretou tudo errado e se foi antes de eu me aproximar dela.

_ Vanda vai embora daqui. _ Falo irritado, por culpa dela minha doidinha vai pensar coisas, logo agora que estava pensar em lhe pedir em namoro.

_Só saio daqui, se me prometer que veremo-nos novamente. _ Empurro-na e ouço ela gritar e não me importo, e entro no carro, penso em ir ao serviço da Valentina, mas logo lembro que ela está de folga hoje, então sigo o caminho que me leva até a casa do Edward, meu amigo.

Chego em menos tempo previsto, desço do carro, toco na campainha e logo um moreno alto, vem atender.

_ Arthur bró! Estou surpreso com sua visita a essa hora, não devia estar na UERJ? _ Pergunta estranhando minha visita naquela hora da tarde.

_ Devia, mas estou encrecado. _ Falo

_ O Que foi agora?! _ Pergunta

_ Vanda está na cidade, e isso não é o pior, o ruim é que ela foi a UERJ, e Valentina viu-me com ela. _ Falo andando dum lado para outro, o que minha doidinha está pensando neste momento.

_Cara! Estás mal, ela sabe da existência da Vanda? _ Pergunta, e eu fiz questão de não falar nada do meu passado, não queria que ela se preocupasse comigo, ou sentisse pena, e odeio quem eu era.

_ Não, Edward o que faço? _ Pergunto com medo de a perder.

_ Diga a verdade a ela, só assim vão resolver as coisas. _ Fala e ele tinha razão, então teria que explicar tudo a minha doidinha, só espero que ela me dê ouvidos.

Não disse mais nada, saio da sua casa e dirijo para casa da Valentina, tinha que explicar isso a ela.

Saio dirigindo para sua casa, e chego, desço do carro, vou até a porta, toco na campainha e ninguém atende, e grito nome dela e nada, pego meu celular e mando mensagem. "Doidinha, precisamos conversar." Mandei recado por volta 16 para as 14, e não fui correspondido "Valentina responde." "Estou ocupada."

Ela responde curta e grossa, e acabo confirmando minhas suspeitas, ela está bem brava comigo, tinha aula, mas não estava em condições de dar aulas, então dirijo até meu apartamento, chego no apê, subo para meu quarto, abro gaveta e tirou roupa íntima da minha doidinha e fico cheirando, saudades dela.

Deito na cama em plena tarde e lembranças mim vem a mente.

Já tinha um ano que morava com Vanda, eramos praticamente casados porque vivíamos juntos, num belo dia sai para faculdade, isso quando ainda vivia no povoado, sai para mais um dia de trabalho, e quando estava quase perto da faculdade, lembrei que esqueci livro de matemática, encima da mesa-de-cabeceira no quarto, tive que voltar, não tinha como dar aulas sem aquele livro, então voltei, mas me surpreendi quando cheguei em casa.

_ Seu marido não vai nos encontrar. _ Pergunta uma pessoa com a voz de um homem, e a voz vinha do quarto

_Relaxa, Arthur foi trabalhar, só volta ao meio dia. _'Responde Vanda e fiquei perplexo, ouvir aquilo, foi a gota de agua, empurrei a porta com toda minha forca e entrei no quarto, encontrei minha mulher trepando com um homem, dentro da minha própria casa, minha cama, não sei a quanto tempo ela vinha fazendo isso, mas esta obvio que não e de agora.

Lembrar aquilo me fez chorar, eu amava ela, foi por isso que naquele dia ofendi Valentina e me sinto um lixo por isso.

Mas Valentina com seu jeito doido de encarar o mundo, me fez ver, que ainda existe coisas boas neste mundo, e por ela lutaria com todos e contra todos, ninguém vai nos separar e meu plano de a pedir em namoro está de Pé.

Desde aquele dia que encontrei Vanda no meu quarto, a expulsei de casa e nunca mais a vi, até hoje, e ela me procura com maior naturalidade, meu coração já tem dona, e essa dona é Valentina Martins, Minha aluna do 4° ano.

Meu professor tatuadoOnde histórias criam vida. Descubra agora